Capítulo:09

2228 Words
Durante os dois dias seguintes, Theodoro fez um bom tempo entre a casa da mãe e o hotel. Não podia crer que arranjar aquele jantar e******o estava consumindo mais do seu tempo do que os preparativos para o baile de primavera da prefeitura que se aproximava. Pelo menos conseguia passar mais tempo com ARTh. Infelizmente, isso fez perceber que tinha razão. Ele estava escondendo algo. E o que quer que fosse, aquilo estava exaurindo. o senso de humor e a sensualidade natural que sempre o distraia tinha praticamente desaparecido. As discussões sobre o jantar eram sempre diretas e impessoais, mas Arth nunca havia se comportado assim. E era por isso que os dois se davam tão bem. Também não era daquele jeito. Até quando o provocava, dizendo que ele era para ir ao baile embora não soubesse muito bem se estava brincando ou não ao dizer isso, Arth não reagiu do jeito que ele esperava. Em vez de dispensar de modo grosseiro, ou ainda melhor devolver a provocação, que era o que normalmente Faria ele, de modo muito profissional dissera: "Não Obrigado". Não obrigado? Quem era aquele homem enfadonho. Não a vibora de língua afiada com quem fantasiava em várias ocasiões, com certeza! Ele queria sua víbora de volta. E logo! Já tinha preocupações suficientes com o pai: a última coisa que precisava era de Arthur agindo como se estivesse possuído por um alienígena. Parou no meio da estrada poerrenta que eu levaria até sua casa. Normalmente ele voltaria, se transformaria e chamaria alcatéia para caçar. mas não: Precisava ver Arthur. Olhou para o céu. O sol ainda estava alto, então teria que esperar o anoitecer. Seria inútil o irrita desnecessariamente, já que não era divertido. Arth usou seu próprio sangue para reforçar as proteções ao redor do chalé. Depois disso, afastou os móveis da sala contra a parede e consagrou um espaço no piso de madeira. Outro motivo pelo qual escolherá aquele chalé era o tamanho gigantesco da sala, com piso em madeira . Perfeito para aquele tipo de coisa. O círculo feito com sal marinho, que tomou a maior parte do piso, e o pentagrama desenhado dentro dele formavam o que ele gostava de chamar de sua "área protegida." deixar uma pequena janela no banheiro para rico pudesse entrar e sair se quisesse ou se precisasse, caso as coisas dessem muito errado. Depois de acender o fogo na lareira, e comer uma refeição rica em proteínas e carboidratos tomar um banho e vestir uma camiseta do time de hóquei de Nova York Islanders sobre o corpo nu. Quando sentou no meio do pentagrama, O sol estava se pondo. Limpando somente concentrando na energia e poder no interior do seu corpo, ele invocou as forças que poderiam protegê-lo. Sentiu essas forças vindo em sua direção,vindas das terras,do mar, do ar, do fogo e daquele próprio lugar. Não iria chamar os poderes que não podiam ser sentidos. Mas quando os que chamaram se aproximaram e a escuridão chegou, energias poderosas invadiram sua casa, mandando aquelas forças de p******o embora, e deixando Arthur para lutar sozinho outra vez. A porta da frente foi aberta e sem se mover do seu lugar no chão, Arth a fechou novamente. Sentiu mãos o tocarem e levantou os braços, com um feitiço curto mas poderoso nos lábios. A energia ao seu redor se dissipou, mas às batidas recomeçaram, pancadas poderosas contra as paredes, janelas e portas. Ele tapou os ouvidos, tentando bloquear o som, e a porta da frente se abriu de novo. Ele fechou gerando dois dedos no ar. E as batidas voltaram. A coisa m*l começará, ele já pensava, quanto tempo mais poderia aguentar. Théo soube assim que chegou ao território de Arthur. Como qualquer bom predador, as marcas dele eram Claras e concisa, mesmo sendo mágicas e não algo excretado por suas glândulas. Mas quando pisou na propriedade dele, soube que algo estava errado. Quando avistou o chalé, ele parou por um momento observando. Então se aproximou. Havia uma longa fila deles, na maioria machos, algumas fêmeas. Chegou perto de um no final da fila e o farejou.podia sentir o cheiro de energia, e parecia eletricidade. O homem o encarou. -- Vai fora. -- Disparou. -- XÔ! Em um capricho, Theodoro tentou morde lo. As mandíbulas passaram direto pela perna do suspeito, as bordas transparentes e luminosas antes de se fechar em outra vez. O homem riu. -- Cachorro e******o. Hoje não dá por causa do insulto, Theodoro passou pela fila, indo para casa de Arthur. Enquanto fazia, as entidades gritavam tentar bater nele, embora tivesse lhes causado desconforto, pelo que podia ver eles não podiam toca lo. Mesmo assim, tentaram. Chegou ao início da fila, vi um homem forçar a porta da frente a se abrir, os músculos héteros salientes com esforço,enquanto gritava como se estivesse levantando um peso incrível. Mas assim que A porta Se abriu, fechou se novamente lançando homem pelo ar até atingir uma árvore e sumir em uma chuva de centelha. É, definitivamente aquela era uma visão interessante. Fazia com que a cena da hienas voadoras parecesse muito menos... Chocante. Outro homem subir as escadas, mas Theodoro passou por ele, ganhando rosnado de "bastardo pulguento!", E subiu para entrada. raspou a porta com a pata algumas vezes, empurrou com focinho até finalmente envolver a maçaneta com a boca e virar lá, avançando. A porta não estava trancada e abriu se facilmente. Ele entrou, e quando vir uma mulher tentando entrar correndo atrás dele, fechou a porta com chute da pata traseira. Lá dentro, Theodoro caminhou pela sala. Havia um grande círculo no chão e dentro dele , uma grande estrela. Sentou no exterior do círculo e analisou Arth com atenção. Ele estava sentado com as pernas cruzadas no meio da estrela, a cabeça baixa, o rosto concentrado e cansado. Quanto tempo ele esperava lutar contra aqueles que estavam lá fora? A noite toda? Não acreditava que ele conseguir suportar nem mais cinco minutos, que dirá o restante da noite . Levantando a pata, pressionou cuidadosamente a energia que cercava Arthur. Não podia vê-lo, mas sabia que estava lá. Poderia senti-lo. Sua pata contudo, passou facilmente, sem desmanchar o quê Arth havia criado. Satisfeito, andou até ele quanto estava a meio metro quando Arth finalmente levantou a cabeça, e ele deu uma risada trêmula. -- Esse maldito brinco! Théo se aproximou ainda mais, coçando focinho no rosto dele, e sentando se ao redor do bruxo. Quando tinha se ajeitado atrás dele, transformou novamente em humano. Pernas musculosas encaixavam nas de Arth e braços fortes se apoiaram em seus joelhos dobrados. Théo penetrar em seu círculo e se transformar em humano. Arthur não tinha ideia do motivo. Ele segurou o cálice que Arth trouxeram consigo para o círculo e seguro, incentivando a bebê. Ele bebeu, estivera tão ocupado defendendo seu território Que Se esqueceram de manter-se hidratado. -- Está melhor? Arthur assentiu. -- Você não devia estar aqui. -- Falou para ele. -- Por que não? -- Porque quando eles entrarem, não haverá nada que você possa fazer, e não quero que veja o que vai acontecer. -- Tem tanta certeza assim que eles vão entrar? -- Que horas são? Dez, talvez onze? Não vou durar até o amanhecer nesse ritmo. Ele respirou profundamente. -- Deve existir algo que você possa fazer, porque eu não vou embora. -- Porque? -- Por que não são nem oito horas ainda, querido. Então, temos que dar um jeito de tirar você dessa. Se Arthur fosse propenso a chorar, choraria. Sem nenhuma vergonha. -- " Nem oito horas ainda? Que droga..." -- O que, exatamente está acontecendo? -- Perguntou Théo, de encontro ao ouvido de Arth. -- E e sem enrolação, conte-me a verdade. Sem motivos para negar verdade, e pensou por um momento buscando a melhor maneira de descrevê-la. -- Já conheceu algum rapaz no colegial que tenha sido dispensado por uma garota de quem gostava? Sabe, como se ele a convidasse para sair e ela dissesse um "Não"curto e grosso. -- Sim, claro. -- E Talvez esse rapaz, pois está tão nervoso e querendo se vingar, vá e escreva na parede do banheiro masculino "Jennifer é fácil", colocando o telefone dela embaixo. E por uma semana Jennifer vai receber um monte de ligações, no telefone dos pais de garotos querendo f********o com ela. Theodoro franziu a testa. -- Sei. -- Bom, esta é uma situação bem parecida. -- Não sei sim entendi. Você dispensou alguém? -- Eu não dispensei. Simplesmente discute uma questão com ele. -- Com quem? -- Angus. É o Deus celta do amor e da juventude. -- Você discutir uma questão com um deus? -- Uma ninharia. -- E qual foi? -- Que o amor não passa de uma reação psicótica há uma sessão fantástica de s**o. -- Você discutir só por discutir, não é? Arthur deu de ombros. -- Às vezes... -- E essas... Pessoas do lado de fora, que estão tentando entrar, querem... -- f********o comigo? Talvez alguns deles. Mas o que realmente querem meu poder. E o que e Angus queria era vê-lo o punido por ousar questioná-lo. Ele não podia tocá-lo pessoalmente. Não com Morrighan o protegendo. Então simplesmente passava diante a informação a cada mago, bruxa e xamã em um raio de trinta mil quilômetros. Fora como colocar um alvo em suas costas, para cada pessoa em busca de poder visualizar e procurar. -- Angus Quer me punir. Quer fazer com que o cruze um limite que irá me destruir. -- Então o que vai fazer? -- Para ser franco, Theodoro... Não tem a menor ideia. Honestamente! Quem mais entra em disputa com os deuses do amor? A maioria das mulheres fantasia encontrar um, tentam casar com eles, namorar um deles, ou escrever relatos de ficção sobre encontrar um, seduzi-lo e viver feliz para sempre ao seu lado. Mas não Arthur Valentin. Não, senhor! ARTh começa uma briga com eles, só porque... Porque sim. E Theodoro achava que não queria de outra forma. Senão por motivos, no mínimo por ser tão divertido. -- Então, para encurtar a história... Você está com belo problema. -- Exato. -- Seu círculo de bruxos não pode ajudar? -- Não sem que Angus os persiga em seguida. Será que Arth notará que estava relaxando com ele? teria alguma noção de como era gostosa sensação? -- Angus quer que eu passe tudo isso sozinho. Sem nenhuma ajuda, nem deles, nem sua. Theodoro encolher os ombros, fingindo inocência. -- Mas... Ele nem me conhece! Como Theodoro conseguia irritá-lo e acalmá-lo ao mesmo tempo, Arth não sabia. Só sabia que estava feliz por ele estar ali, embora também desejasse que ele estivesse longe. preferia que ele não estivesse presente quando tudo fosse para o inferno. Já haveria audiência suficiente. -- Ambos sabemos que não vou deixar você encarar aquelas coisas sozinho, meu lindo. Pode aceitar esse fato. -- Você não pode ficar, Theodoro. -- Por que não? -- Porque assim que eles entrarem... -- Parece que você já desistiu . -- Talvez seja verdade. -- Arthur suspirou. -- Bem, não desista. Vamos lá, meu lindo! Essa sua mente ardilosa deve ter algo escondido. Algo que possamos usar. -- Sim, Claro. Sacrifícios. -- Arth despejou. -- Uma oferenda a Angus em sangue de uma vítima inocente. Alguns animais são aceitáveis, mais humanos são ainda melhores. O bruxo esfregou os olhos. Mas eu não vou fazer isso. Não iria fazer isso porque sabia que era o quê Angus queria. Não lhe daria aquilo. Não lhe entregaria sua alma só para proteger o corpo. -- Bem, também não quero que faça. As pancadas tinham recomeçado, e Arth cobrir os ouvidos, incerto se Theodoro ouviria alguma coisa. Até onde ele sabia, Arth podia ser um psicótico tendo um surto. -- Mas tem que haver alguma coisa, Arth! Qualquer coisa. -- Ele forçou, dando um chocalho,Querendo muito ajudá-lo. Mas ele já estava cansado, e as pancadas... Arthur ouvir o grito de Rico e olhou para cima, encontrando a voar em círculo sobre a cabeça de Theodoro. -- O que o pássaro está segurando? Antes que Arth pudesse responder, teve de se abaixar, quando o rico soltou um livro grosso sobre a cabeça de Théo. -- Ai! Maldito pássaro! Arthur si encolheu, tentando não rir. -- Desculpe... Rico realmente o odiava, e Arth não sabia por que. Esfregando o lugar onde o livro atingirá, Theodoro estendeu a mão para o objeto. Arthur espiou livro, no título e, sentindo uma repentina onda de energia, tentou agarra lo. Theodoro o impediu, segurando o com força ao redor da cintura, e colocou o livro para fora do alcance dele com seus braços longos. -- O o que há de errado? -- Perguntou olhando o com atenção. -- Nada só me entregue o livro. -- Porque? -- Por que eu estou dizendo para me dar o livro. Sem nenhuma surpresa, ele não entregou . Devia ser o canino mais teimoso que é Arth já encontraram. Não aceitava ordens muito bem. Em vez disso, ele virou o livro e olhou a capa. -- Magia s****l. -- Leu em voz alta. -- Agora meu lindo...-- Prosseguiu e Arth não precisava olhar para ele saber como bastardo estava sorrindo de orelha a orelha. -- ... Você sabe que estou disposto a fazer qualquer coisa para ajudá-lo. Quantas vezes for preciso.
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