Capítulo 61

1136 Words

Renata Narrando O estômago ja tava roncando como se eu tivesse passado a noite dançando axé sem comer nada. Mas Heros, ah feito anjo. Do nada ele surgiu na porta da academia com aquela carinha sapeca dele. — Trouxe seu café da manhã —ele falou, levantando uma marmitinha, com todo carinho do mundo. Quando abri, menina, quase chorei. Tinha ovo mexido quentinho, umas frutas cortadas no capricho, pão francês e até uma garrafinha de suco natural. — Você não existe, não — falei, e ele só riu. Comi tudo rapidinho no intervalo, enquanto FK assumia a turma. A comida caiu feito abraço de vó no estômago. O humor até melhorou. Me senti gente de novo. Voltei pro salão já mais animada. Tava dando uma olhada geral quando avistei a Lurdinha num canto, olhando o celular. Me aproximei com calma, sem

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