Capítulo 30

1076 Words

Heros Narrando Mano, quando eu beijei a Renata, püta que pariu, foi tipo acender uma fogueira dentro de mim. Não tô exagerando não, foi real. Nunca um beijo encaixou tão bem assim, tá ligado? Era boca com boca, mão se perdendo pela cintura dela, corpo colado, respiração misturada, como se nossos corpo já se conhecessem de outros carnavais. Bagulho louco. Ela tem um jeito diferente. É braba, é na dela, mas ao mesmo tempo tem uma doçura escondida ali, esperando alguém saber pegar. E, irmão, eu sou bom nisso. Quando ela perguntou por que eu tinha falado aquilo do Ricardo, me aproximei devagar, deixei o clima falar por mim. — Porque eu te quero, Renata. Falei no pé do ouvido, daquele jeito que faz arrepiar até o último fio de cabelo. E ela não recuou, não. Ficou ali, me olhando com aquele

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