Mathias Narrando Quando ela soltou aquele: você é todo meu, com o olhar fixo em mim, eu já entendi que a parada era séria. — Não sei nada sobre esse tal de Bruno Souza — falei, olhando direto nos olhos dela. — Mas quero entrar nessa caçada contigo. Tenho experiência em investigação, posso ajudar. Ela deu um meio sorriso, daqueles que provocam. — Toda ajuda é bem-vinda, ainda mais de um almofadinha gostoso. Aquela provocação foi o gatilho. Segurei a cintura dela e puxei pro meu colo sem nem pensar duas vezes. Ela caiu com um risinho, as pernas instintivamente se encaixando dos lados do meu corpo. — É assim que tu agradece ajuda? — falei, encarando a boca dela. — Não — ela sussurrou, e antes de terminar de falar, encostou os lábios nos meus. O beijo começou calmo, mas não demorou pr

