Capítulo 62- Rachaduras

930 Words

Ana Lis Saímos do restaurante e fomos direto para a Boate Raiz a fachada iluminada em néon piscava em tons de vermelho e roxo, e a batida grave da música eletrônica já podia ser sentida do lado de fora, vibrando no peito como um segundo coração. Assim que entramos, o som nos engoliu. A pista estava cheia, corpos em movimento sob luzes que cortavam a fumaça artificial em feixes azulados e dourados, o ar tinha cheiro de perfume caro misturado com bebida forte e liberdade imprudente. Vamos dançar! gritou Samanta, já me puxando pela mão. Por um segundo, pensei em recusar. Pensei no cansaço. No dia pesado. No olhar frio do Theo na empresa. Mas então a imagem dele no restaurante com Tábata atravessou minha mente como um estilhaço. Ele pode sair para se divertir com a ex dele. Pode be

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