Ponto de Vista de Emília A b***a rosnou e o som do rosnado quase rasgou o ar. Baixo. Profundo. Brutal. Não era apenas um som, era uma força, uma vibração que sacudia meus ossos e fazia os pelos dos meus braços se arrepiarem. As correntes tinham um som caótico enquanto a b***a avançava, seu corpo maciço se esforçando contra o ferro, olhos negros ardendo com uma fome que gelava meu sangue. Congelei na entrada, minha mão ainda na maçaneta, coração batendo forte contra a caixa torácica, tão forte que pensei que fosse se libertar. Deusa, o que diabos eu estava fazendo aqui? A b***a rugiu novamente, tão alto que reverberou pelas paredes do quarto, e ecoou em meu peito. Meus instintos gritaram para que eu fugisse, para que me afastasse o máximo possível desse monstro. Mas meus pés não se mo

