Ponto de Vista de Maximus O ar da noite estava frio o suficiente para pinicar meus pulmões. Eu estava parado na beira da floresta, com os braços cruzados, encarando o nada. A lua pendia baixa sobre as árvores, pálida e oca, como se estivesse me observando desmoronar em silêncio. Minha respiração saía em baforadas brancas, agudas e desiguais, desaparecendo tão rapidamente quanto se formavam. Eu estive aqui por horas. Talvez mais. Eu perdi a noção do tempo. Por toda a minha vida, eu soube como controlar o caos. Eu o dominei, governei-o, dobrei-o à minha vontade. Mas esta noite, tudo dentro de mim estava escapando entre meus dedos. Isso não era como as batalhas que eu havia lutado antes. Nem mesmo como as noites em que minha b***a arranhava minha pele, implorando para tomar o controle. I

