Capítulo 3 - Mate-me, Meu Rei

1090 Words
Ponto de Vista de Maximus Todas conheciam as consequências, mas continuavam vindo. Algumas como sacrifício, outras voluntariamente. Mas fosse como sacrifício ou de forma voluntária, todas encontraram o mesmo destino. Morte. Meu leito era uma sentença de morte. Um lugar onde nenhuma mulher jamais foi forte o suficiente para sobreviver. Esta era minha maldição. Meu demônio. Eu era um monstro. O Alfa Rei mais poderoso e temido que já existiu. Compaixão era uma palavra que morreu em meu mundo há muito tempo. Sepultada sob os gritos de mulheres que pensavam poder me curar. Vivi com essa maldição pelo tempo que conseguia me lembrar. Tentei domar essa b***a, privá-la. Mas nada. Nenhuma mulher foi capaz de sobreviver ou quebrar minha maldição. Recebia dezenas de mulheres enviadas por Alfas que buscavam favores de mim. Esperando que a cura viesse de sua alcateia. Algumas virgens, pensando que a pureza poderia ser a cura. Mas só fazia minha b***a querer se saciar ainda mais. Só a deixava com fome por sua inocência. Roguei à Deusa da Lua para tirar essa aflição de mim. Uivei para a noite, rasguei florestas, matei renegados com minhas próprias mãos, qualquer coisa para acalmar o fogo que ardia em meu sangue cada vez que tocava uma mulher. Mas a b***a nunca estava satisfeita. Nem com carne. Nem com sangue. Nem mesmo com morte. Meu lobo. Ou... o que restou dele. Ele não era como outros lobos. Ele não respondia à lógica ou à lealdade. Ele não me protegia. Ele consumia. E eu o deixava. Porque se eu não fizesse... ele se voltaria contra mim também. Fiquei em frente a janela, encarando a lua cheia que parecia zombar de mim. O som da a******a das portas do meu quarto me tirou dos pensamentos, mas não me virei. — Vossa Majestade. — A voz do meu Beta chegou aos meus ouvidos. — O que foi? — Perguntei, ainda sem me virar para ele. — Preparamos as mulheres para esta noite. — Ele disse e não pude deixar de soltar um riso sarcástico. Outro cadáver para a lista. Por que todas eram tão estúpidas? Quando iriam perceber que nenhuma delas podia me ajudar? — Mande-as entrar. — Disse enquanto me virava lentamente para ele. — Ambos sabemos como isso vai acabar. Ele não respondeu porque sabia que essa era uma verdade que nenhum de nós podia negar. Inclinou-se em sinal de respeito antes de desaparecer pela porta, e eu fiquei ali esperando. Minhas roupas já haviam sido tiradas e só tinha uma toalha enrolada em volta da cintura. Minutos depois, ele retornou com uma mulher. Cabelo castanho curto, tremendo como se tivesse sido convocada para a boca do leão. E talvez tivesse. Sem dizer mais uma palavra, meu Beta Lucien saiu, a porta batendo atrás dele, o som ecoando por todo o quarto como a última batida de tambor antes da execução. A mulher manteve a cabeça baixa. Seu coração batendo tão rápido. Seu medo denso no ar. Era patético. Avancei para a luz e a mulher levantou a cabeça, mas logo a abaixou como se tivesse acabado de cometer o maior erro de sua vida. Sem perder um segundo, deixei a toalha cair. Um suspiro se seguiu. E então, o inevitável aconteceu. As súplicas, os gritos. — Por favor! Por favor! Eu não quero morrer... eu não posso... por favor! — A mulher gritou e o som estava me tirando do sério, fazendo a b***a dentro de mim rugir de raiva enquanto eu apertava as mãos com força. — Você foi ofertada a mim! — Cuspi e a mulher caiu de joelhos, os olhos cheios de lágrimas, os ombros tremendo enquanto implorava por sua vida. — Por favor… por favor... Eu realmente não quero morrer! — Ela continuou gritando, continuou implorando. Minhas garras surgiram, e eu estava a segundos de rasgá-la em pedaços. — Lucien! Venha tirá-la de minha vista! — Rosnei e imediatamente a porta se abriu. E Lucien entrou apressado, arrastando a mulher consigo enquanto ela continuava a gritar e implorar. Até que a porta se fechou novamente, seus gritos ecoando do lado de fora. Peguei a toalha do chão, enrolando-a em volta da cintura, meu peito subindo e descendo em uma raiva incontrolável, minha b***a rugindo dentro de mim para ser libertada. Encostei minha cabeça na parede, respirando pesadamente, quando ouvi o som da porta se abrindo. — Lucien, chega… — Eu posso te ajudar, meu Rei. — Uma voz suave e sedutora atingiu meus ouvidos e me virei rapidamente para ser recebido por uma garota de olhos verdes e cabelos loiros. Ela tinha aquele olhar confiante em seus olhos. Mas vi esse olhar muitas vezes e lembro como terminou. — Ouvi a outra perdedora gritando, eu não sou como ela. — Sussurrou enquanto deixava o manto cobrindo seu corpo cair no chão e eu não pude evitar. Isso mexeu com algo dentro de mim ao vê-la completamente nua. Meu p*u endureceu imediatamente, minha b***a rugindo de fome. Seus s***s eram do tamanho certo, seu abdômen plano, recém-depilada e a visão fez minha boca salivar. Ela deu passos lentos em minha direção, seus quadris balançando sedutoramente enquanto parava na minha frente, e então suas mãos acariciaram meu peito enquanto sussurrava: — Deixe-me te mostrar como é ter uma mulher de verdade. — Sussurrou enquanto sua mão ia para a toalha, mas minha mão a deteve. — Você não tem medo de morrer? — Perguntei, minha voz fria enquanto a encarava nos olhos, que transbordavam confiança e coragem. Ela era ou estúpida ou suicida. — Não. Eu não vou morrer, eu sou a mulher que vai parar isso. — Sussurrou enquanto beijava meu peito e eu gemi. — Deixe-me. — Sussurrou, antes de finalmente puxar minha toalha e ela cair no chão. Meu corpo estava em chamas e parecia que o sangue em meu corpo corria direto para meu p*u. Ela continuou beijando meu peito, sua mão serpenteando por meu corpo, até que segurou meu p*u e então congelou quando seus olhos olharam para baixo. — Você é... você é tão grande! Como isso vai caber? — Ela arfou enquanto rapidamente recuava e, antes que pudesse responder, seus olhos reviraram e ela desmaiou no chão. Rosnei, virando as costas para a mulher, porque tudo o que vi de repente era vermelho. — Lucien! — Gritei enquanto as portas se abriam mais uma vez e Lucien entrou, apressado. — Vossa Majestade? — Se deixarem mais uma mulher entrar no meu quarto, ela não chegará à minha cama antes de morrer.
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