Ponto de Vista de Emília Meu fôlego se prendeu quando sua boca roçou minha b****a, um beijo leve como pena que me queimou mais do que o fogo. Seus lábios se separaram, e então, oh, Deusa, sua língua arrastou lenta e quente sobre o meu c******s. Eu gritei. O som saiu de mim cru, impotente, meu corpo convulsionando contra as correntes. O prazer irrompeu através de mim, violento e avassalador. Eu tentei me contorcer, mas suas mãos apertaram com mais força, me prendendo à cama. Sua língua se achatou contra meu c******s, lambendo, acariciando, me devorando como se pretendesse beber minha alma. — Por favor! — A palavra saiu de mim antes que eu pudesse impedi-la. Ele não parou. Sua língua chicoteou novamente, mais forte desta vez, fazendo círculos implacáveis até minha visão embaçar. Minhas

