Ponto de Vista de Emília — Espera… espera! Minha voz estava cheia de raiva e frustração, mas ele nem mesmo diminuiu a velocidade. Seus dedos envolveram meu pulso como ferro, me arrastando pelo corredor. Cada passo ecoava nas paredes de pedra, meus pés descalços escorregando no chão liso enquanto eu tentava acompanhá-lo. — Você precisa me ouvir. — Arfei, puxando sua mão. — Por favor, apenas pare… Ele não parou. Ele se movia como um predador em caça; rápido, determinado, implacável. O cheiro de terra e chuva rolava dele em ondas, afogando meus sentidos. Seu agarre era firme, mas não c***l. Contudo, havia uma selvageria nele, um calor selvagem que fazia minha pele arrepiar. Tropecei novamente, meu ombro roçando a parede fria. Sua segurança aumentou instantaneamente, me estabilizando, ma

