Quando Gisella despertou, olhou ao seu redor, dando-se conta de que estava em um hospital, mas o que ela estava fazendo ali? As lembranças voltaram em flashes assustadores, atormentando a garota que puxou o edredom, cobrindo a cabeça enquanto chorava. Evin dormia na poltrona ao lado e despertou com o choro de Gisella. — Gisella? — Evin puxou o edredom e encarou Gisella. — Foi só um pesadelo. Volte a dormir? — Não. Foi real. — Disse Gisella. — Um pesadelo. — Repetiu Evin. Gisella entendeu o que ela quis dizer, que deveria fazer de conta que tudo não passara de um sonho r**m. Mas como fazer isso se sentia que nunca mais esqueceria o que vivera aquela noite? — Tem de ser forte e não deixar isso derrubar você. Sei que não é fácil, mas precisa tentar. — Evin apertou a mão dela. — Eu quer

