JJ narrando
Ser dono morro não é nada fácil não, mas eu já peguei pela manhã.
Já me fudi muito nessa p***a, tomei várias broncas da facção por fazer as paradas tudo errado. Mas hoje em dia levo tudo numa boa.
Hoje eu só tô lucrando e usufruindo as coisas boas desse morrão.
Terminei de fazer as paradas na boca, parti pra minha casa. Tomei aquele banho bolado, vesti aquele traje responsa.
E parti pra casa das loiras, hoje eu vou levar a Brenda pra festa da Facção e depois eu vamos pro motel e eu tô precisando dar aquela relaxada.
Foi eu botar o pé na porta as putas começaram a pesar na minha mente.
—— Poxa JJ tu nem me leva mais pra festa.- a Kate falou fazendo beiçinho.
—— A próxima é tu vai minha loira, já é.- falei e ela assentiu toda feliz. —— Cadê a Melissa? O Dólar vai vir aqui buscar ela hoje.- falei isso e ela logo fechou a cara. Ela e Melissa ficam disputando quem é a p**a favorita do Dólar.
Melissa foi a primeira mina daqui da casa, vou te falar que a mina é gostosa pra c*****o, experiente. p***a dela é a melhor de todas.
—— Tô aqui amor.- ela veio descendo as com uma roupa que p**a que pariu,deu até vontade de dispensar a essa festa e ficar com ela.
—— c*****o Melissa, assim tu vai matar o Dólar do coração. Tá gostosa pra caralho.- falei ela ficou toda toda.
—— Gostou amor.- ela foi se aproximando de mim.—— Quer ver o que tem por baixo.- ela falou cheio de malícia, essas putas não tem jeito.
Ela passou a mão pelo meu abdômen até chegar ao meu p*u.
Porra essa p*****a sabe me excitar.
Já ia puxar ela pra um dos quartos, quando ouvimos a voz da Brenda.
—— Ou queridinha pode tirar as patinhas daí, que ele hoje é todo meu.- ela falou descendo as escadas.
Nossa ela tava bonita também, mas apesar de vulgar ela estava indo bem vestida.
—— Brenda, outro dia terminamos isso.- pisquei pra mesma e sai sendo seguido do pela Brenda.
—— Então amor, onde vamos?- ela perguntou grudando no meu pescoço.
—— Primeiro vamos pra festa da Facção, depois vamos pro mesmo lugar de sempre, tô precisando f***r a noite inteira.- assim que falei vi que ela ficou um pouco frustrada.
Entramos no carro, saímos do morro, fiz o caminho que sempre fomos o caminho todo conversando.
Vou confessar uma coisa, eu tenho vergonha de sair com elas pra lugares públicos, não porque elas é putas, ou porque são feias, mas sim porque elas são vulgar demais, elas típicas moradoras de favela. Quando eu digo elas, me refiro as outras também, mas como vamos pra festa da facção e ela vai se encaixar.
Apesar de alguns caras que levam a fiel, tem outros que preferem simplesmente levar as putas e se juntar na orgia que rola no final.
É por isso que eu não gosto de sair com elas, só trouxe Brenda hoje porque eu tô a Melissa já tem outro compromisso, teria trago como sempre faço.
Chegamos na festa, falei com geral, houve uma reunião na qual foi apresentado a filha do Coroa, e que gata.
Terminou a reunião, nem perdi tempo, peguei a Brenda, fomos pro motel que eu sempre vou com elas.
Assim que chegamos no quarto sem perder tempo, partimos pro trabalho. Não viemos aqui pra conversar e sim pra f***r.
*****
Mais um dia de cobrança dos noiados, p***a esses filhos da p**a tão achando que aqui é a Disney, só pode.
Peguei meu radinho, chamei o DN e o Dido. Sem demoras eles estavam aqui.
—— E o seguinte, lembram daquele velho desgraçado lá da rua 7.- eles assentaram com a cabeça.—— Pois bem, ele tava devendo uma grana alta aqui na boca. Quero ele aqui agora, o prazo dele acabou hoje.- falei sem paciência.
Porra esse velho ta da vendendo 50 mil aqui, só tô vive me enrolando hoje se ele não tive o dinheiro, vai pagar com a vida.
O Dido foi buscar ele, logo voltou puxando o velho boca a dentro.
—— Cadê a p***a do meu dinheiro, Zeca?- Perguntei dando uma bicuda nele.
—— Coé JJ, revela aí, pô. Não arrumei nada, tá f**a pra arrumar emprego.- ele falou tentando se justificar.
—— Seu tempo acabou Zeca, já relevei demais por conta da sua amizade com o meu pai, mas agora chegou ao limite.- falei puxando minha pistola de cintura.
—— Calma, calma... Eu posso te oferecer outra forma de pagamento.- falou desesperado.
—— p***a JJ essa cara ta te tirando.- o DN falou rindo.
—— Não pô, não tô não.-ele falou meio embolado.—— Eu tenho uma filha, talvez ela possa servir como forma de pagamento.- eu não acredito que esse cara tá querendo vender a própria filha.
—— Vai dá a filha como forma de pagamento, como é sua filha, pô. Talvez ela sirva lá pro meu bordel.- falei analisando a situação.
—— Que filha é essa que ninguém nunca soube que tu tinha filha?- o Dido perguntou.
—— É que ela foi morar com a dona Carminha assim que minha esposa faleceu.- ele falou sem da importância.—— Ela é uma ruivinha que trabalha as vezes no salão da Jô.- p***a se é ruiva sem chances de ir pra casa das loiras, mas posso lucrar com essa p**a por fora.
—— Tô ligado em que é ela, a mina é gostosa pra c*****o. Mas é marrenta ao cubo.- o Dido falou.
—— Quero essa minha mina aqui na boca agora.- levantei parando na frente dele.—— Vai no salão, ou na casa da dona Carminha. Enquanto isso tu fica aqui até ela aparecer.- dei minhas ordens, sentei de volta na minha cadeira, peguei um Beck, joguei pra mente.
Ficamos ali, a parte da manhã toda e ninguém achava a tal ruiva.
Quando eu já estava desistindo, o sorriso entra no escritório.
—— Aí patrão achamos a ruivinha.- ele falou fez sinal pra ela entrar.
—— É essa daí que é sua filha?- Perguntei analisando cada parte do corpo dela.
Realmente a mina era gata pra c*****o, ela está de cara fechada, provavelmente muito insatisfeita por estar aqui.
—— É ela mesma.- o Zeca falou todo sorridente como se tivesse ganhado na loteria.
—— Sente-se, ruiva.- falei apontando a cadeira.
—— Posso saber o que eu estou fazendo aqui?.- ela perguntou com as mãos na cintura.
—— Sente-se que eu irei te explicar.- ela respirou fundo, prendeu o cabelo num coque alto, o que deixou mais evidente a sua impaciência. Assim que ela se sentou, ela me olhou, nossa ela é linda demais.
—— Pronto, agora já pode me dizer porque me mandou trazer aqui.- ela cruzou o braço.
—— Se acalma aí nervosinha, o negócio é o seguinte.-olhei pro velho sentado ao lado dela.—— Seu pai está com uma dívida enorme aqui na boca...- antes mesmo de terminar de falar ela me interrompeu.
—— E o que eu tenho a ver com isso?!- ela arqueou a sobrancelha.
—— Se tu não me interromper, eu posso concluir.- ela revirou os olhos.—— Como eu estava dizendo, seu pai tá devendo a boca, com isso ele te ofereceu como forma de pagamento.- ela arregalou os olhos assustada, olhou pro Zeca com tanta raiva.
—— Mas como eu não posso obrigar ninguém a nada, eu vou te dar o direito de escolher. Ou tu se torna uma das minhas putas e salva seu pai. Ou ele será morto por causa da dívida dele.- falei me encostei na minha cadeira esperando aquela ruiva se decidir.
Ela riu sem humor, negou com a cabeça.
—— É sério isso.– confirmei com a cabeça.—— Já que você tá sendo tão gentil em me dar o direito escolher. – olhei atentamente pra ela.—— E uma das opções é salvar dessa cara e ou me tornar mais uma p**a naquela casa dos horrores.– arquei a sobrancelha.—— Então pode matar ele, jamais que eu vou perder a minha liberdade e a minha vida pra esse homem ficar livre.- ela falou com repulsa e eu fiquei sem acreditar no que ela disse.
—— Monisse minha filha, ele vai me matar e você vai deixar isso.- o Zeca falou desesperado.
—— Agora eu sou sua filha né, mais na hora que você me colocou pra fora de casa você fez questão de jogar na minha cara que eu não era sua filha.- ela respirou fundo, balançando a perna. —— Eu só tinha 15 anos, só 15 anos, você tem noção do que eu passei, de quantas noites eu passei frio e fome, não você não tem.– as lágrimas já rolavam em seu rosto.—— Se não fosse pela dona Carminha eu nem estaria viva agora. Porque o cara deveria cuidar me jogou pra fora de casa sem se importar comigo e agora que eu tenho a minha vida, meu trabalho, minha casa. Você acha mesmo que eu vou abrir mão disso para salvar sua vida de merda, não mesmo meu querido, quero mais que você morra mesmo, só assim vai ser menos um traste no mundo.- ela falou colocando tudo que parecia está há anos guardado.
Todos naquela sala ficaram calados, senti um ódio tão grande dessa merda por ter feito isso com a ruivinha.
—— Sua vagabunda de merda, nem pra abrir as pernas pra me salvar você serve.- ele falou com raiva tentando ir pra cima dela, mas o Sorriso entrou na frente.
—— Levem esse merda pro microondas, e tu.-apontei pra ela que secava o rosto devido as lágrimas.——Tá liberada.- ela assentiu já ia saindo, mas eu chamei por ela.—— Ei, espera aí que eu vou te levar em casa, tu não tem condições de ir sozinha. - ela ia negar, mas já sai puxando pra fora da boca indo em direção a minha moto.
—— Sobe!- ordenei ela ficou me olhando.—— Anda logo c*****o, não seu tempo porra.- ela subiu mesmo a contra gosto.
Assim que ela montou um pouco afastada, acelerei a moto fazendo com ela se segurar em mim.
Arrastei pra casa, ela foi falando onde ficava a casa dela, assim que eu parei a moto ela desceu.
—— Obrigada pela carona.- ela se virou se nem ao menos eu responder, mas eu segurei o braço dela.
—— Por que nunca reparei em você antes e nem te vi nos meus bailes? - olhou pra mim com aquele sorriso perfeito.
—— Deve ser porque eu não sou loira e sim ruiva.- ela piscou pra mim, puxou seu braço e entrou de casa sem olhar pra trás.
—— É deve ser...- sussurrei.
Essa ruiva ainda vai ser minha, anota o que eu tô dizendo, voltei pra boca, ainda tinha um monte de coisa pra fazer, mais nada me tirava aquela ruiva da minha cabeça.
Porra, ela é linda pra caralho...