Alexandre Narrando. Mesmo com medo, ela se permitiu e foi até o fim, até quando eu falei que pararia. Mesmo sem ela me falar, não tinha como não ver: seu corpo cansado, sua respiração pesada. Tudo nela indicava, menos ela. Seus gemidos eram cada vez mais altos, seu corpo continuava reagindo, e ela gozava feito louca. Mesmo tendo certeza de que, se eu quisesse continuar, ela não reclamaria, então eu parei. Me ajeitei no colchonete com ela nos braços. Eu estava precisando tanto disso que meu corpo relaxou, tanto que eu dormi rápido. Acordei assustado com Eloá mexendo comigo. — Tudo bem? — perguntei, confuso. — Estou falando com você — ela falou. — Desculpa, flor. Peguei no sono — falei. — E estava me respondendo — ela falou, irritada. Arqueei uma sobrancelha. — Eu te respond

