Nayla Enquanto Michel explorava cada curva de Nayla, ela sentia uma mistura de calor e medo que se misturava ao desejo. Cada toque dele despertava lembranças do caos lá fora, do perigo constante, mas também fazia esquecer por alguns segundos que o mundo podia ser c***l. Ela se agarrava ao corpo dele como quem encontra abrigo em meio à tempestade. — Michel… eu… — a voz dela falhou, engolida pelo nó na garganta e pelo ritmo acelerado do coração. — Shh… — ele a interrompeu suavemente, encostando a testa na dela. — Não precisa falar nada. Só me deixe sentir você. Só me deixe cuidar de você. Aquelas palavras, simples e diretas, a fizeram tremer. Ela sabia que ele não falava apenas de desejo, mas de proteção, de posse, de tudo que sentia e não podia controlar. Nayla percebeu que ali, naquel

