O Cajueiro

1014 Words

Blede A raiva queimava dentro de mim como pólvora acesa. Eu não aceitava, não ia aceitar nunca outro filho da p**a pensar que podia encostar os olhos na minha mulher. Nayla não era qualquer uma, não era mina de rolê, não era mulher de bandido qualquer… ela era a minha patroa, a minha rainha, a mãe que cuidava da minha irmãzinha como filha, a dona do Complexo de Israel comigo. Quando Jefinho chegou me mostrando aquelas flores e o bilhete assinado com o nome de Caíque, do Cajueiro, eu senti o sangue subir pela cabeça. — Esse arrombado tá tirando, Jefinho. — minha voz saiu firme, mas carregada de ódio. — Patrão, melhor ignorar… — ele tentou. — Ignorar o c*****o. — cerrei os punhos. — Esse filho da p**a precisa aprender a nunca mais olhar na direção da Nayla. Na hora eu só conseguia ima

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