Lorenzo
Hoje era sábado, não queria ficar em casa então decido ir em uma balada nova que será inaugurada hoje. Essa noite só quero curtir como sempre, pegar muitos mulheres como faço e no final terminar na cama com uma ou mais delas. Não sei o que está acontecendo comigo, desde que vi a Alessandra , minha mente só consegue pensar nela, que desgraça de mulher é essa ? Só pode ter me jogado uma macumba das brabas. Quando estou perto dela , quero tê-la só pra mim, quero sentir seus lábios roçando nos meus , quero sentir sua pele em contato com a minha , quero seu corpo colado ao meu... Quero ela somente para mim. Ah Lorenzo mas que pensamento boiola é esse agora ? Balanço a cabeça tirando esses pensamentos de minha mente e vou para a balada. Chegando lá , bebo uma bebida e meus olhos correm logo para o corpo de uma mulher excepcionalmente maravilhosa , ela estava de vestido justo o que valorizava ainda mais suas curvas, rebolava e descia até o chão , não me contive e fui até lá mas ao ver quem era... Sim era aquela macumbeira, por que você fez isso Senhorita Alessandra? Uma mulher daquelas sair assim na rua deveria ser contra a lei... Com toda certeza ela estava deixando todos homens daquele local com t***o e de p*u duro...
Não me contive e beijei ela como nunca beijei, nosso beijo era necessitado, como se precisasse disso para sobreviver até que ela para o beijo e pede para ir ao bar e pegar uma bebida para ela, achei ela meio alterada mas já que ela não me escutou, faço o que pediu. Tudo estava bem, até que vejo um cara encostando na minha mulher. O que? Não , ela não é minha mulher. Não ela é sim. Ah droga! Não aguento a raiva que tomou conta de mim e parto pra cima dele desferindo vários socos até que vejo Alessandra desmaiada no chão.
-Alessandra. Fala comigo. Por favor . Digo tentando acordá-la mas é inútil. A pego e a levo para o meu carro. Com toda certeza deve ser por causa do álcool ingerido em excesso. A arrumo no carro e então dou partida no carro.
Aquele carro estava um silêncio até que ouço uns resmungos e ela devagar vai acordando.
-O que aconteceu? Diz ela colocando a mão na cabeça.
-Você desmaiou. Então trouxe você para o meu carro Senhorita Alessandra. Saiba que beber além dos seus limites , não é nada que uma mulher inteligente como você deve fazer. Digo sério.
-Cala boca. Eu tô sóbria. Não sou aquelas bêbadas descontroladas. Diz ela irritada.
-Não. Claro que não. Digo sarcasticamente.
-Quero descer. Para o carro. Ordena ela.
-Não dá. Estamos em um lugar pouco frequentado , é perigoso pararmos aqui.
-Me leva pra minha casa então, por favor. Diz ela.
- Acha mesmo que seus pais vão gostar de te ver assim... Alterada? Digo a encarando depois de parar em um sinal vermelho.
-Me deixa em um ponto de ônibus então , que pego um para a casa da minha amiga então.
-Não senhorita . Você vai para a minha casa e...
-Claro que não. Não vou a lugar nenhum com você. Diz ela alterada.
-Você dorme lá em casa em um quarto de hóspede e amanhã quando levantar melhor vai para a sua casa. Digo afirmando.
-Tá bom, aceito.
-Não perguntei se queria ou não. Estava apenas afirmando o que vai fazer. Digo sério e foco no percurso até minha casa. Ela passou dos limites. Poderia estar naquela balada até agora caso não fosse eu lá e estar mais bêbada ainda e ir parar na cama de um desconhecido. Estou puto com ela. Será que essa noite irá dar certo? Ela no meu apartamento com meu desejo insano de provar seu corpo. Duas coisas que não prestam juntas.