Rafaelly narrando Depois da surra que eu levei da Raquel e do esculacho que tomei do Breno, eu tava um caco. Minha cara ardia, os cortes latejavam, o gosto de sangue ainda na boca. Eu tava acabada. A Helena tava pior ainda, gemendo de dor, com a cara toda inchada, um olho já ficando roxo. A gente desceu juntas, meio que se arrastando morro abaixo, indo direto pro postinho. Eu tava desesperada, porque cada passo que eu dava, parecia que minha cara ia explodir. Mas, quando chegamos lá… A p***a do pesadelo só aumentou. Os vapores do Breno já tavam posicionados na porta, parados ali como porteiros do inferno. A gente tentou entrar de primeira, mas um deles já se meteu na nossa frente. — Aqui cês não entram, não. Eu franzi o cenho, sem entender. — Como assim?! Eu tô machucada, c***

