Eduardo apareceu antes da fragrância suave de seu Malbec. Nada lembrava o rapaz hostil que Lorena encontrou na noite de sua chegada. — Ah, Eduardo... — Apesar de tentar fingir empolgação, Lorena falhou. — Trouxe a marmita que pediu — Castor, o mordomo, veio sutilmente pela esquerda dirigindo -se a Eduardo que sorria satisfeito. — Obrigado, castor — Eduardo apanhou a marmita — bom, Lorena, fiz questão de pedir para que separassem um pouco de comida para você. Era estranho aquela preocupação com Lorena. Se o rapaz quisesse ganhar aposta que fizera com Luiz e Bruno na mesa daquele bar, Talvez devesse agir de um modo mais natural. — Eduardo, que horas é o jantar começou? — As sete, por quê? Como suspeitava, Soraya não queria Lorena naquela reunião. Ao fazer o convite Soraya havia sid

