Capítulo 27

2152 Words

~*~ Soraya acordara cedo pelo domingo. A casa ainda quieta na manhã ensolarada, porém fria. Castor levará uma xícara de chá quente para a madame, que estava sentada no sofá, contemplando a vista exuberante do jardim de inverno. O telefone tocou aquela hora da manhã. Quem poderia ser? — Luís, bom dia! Como está? — Vou bem, Soraya. E você? — Pela graça do nosso Bom Deus! Quer que eu chame o Bruno? — Não, não. Na verdade gostaria de falar com senhor Balthazar. Ele está? — Ainda está na cama. Mas posso mandar chamá-lo. É importante? O feeling de Soraya farejava algo. E como a maré não andava boa, a megera estava ficando mais astuta com os acontecimentos. — A princípio não. Como Luís soou vago, Soraya compreendeu que o rapaz não diria muita coisa. Talvez devesse esperar e pergun

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