Lorena, após ouvir as palavras de Castor, saiu cuspindo fogo até a sala , onde esperava encontrar Bruno. Celeste segurou o mordomo no quarto, que estava ansioso para acompanhar o desenrolar da história. — Por que você não se mete com as suas coisas, Bruno? Não tinha o direito de dispensar as pessoas que contratei para me arrumar! — A médica ia descendo a imensa escadaria e gritava com raiva. — Eu não contratei ninguém. Estava simplesmente dormindo aqui e tocaram a campainha... Atendi. Como não eram pra mim, eu fechei a porta e deitei novamente! Bruno estava todo esticado no sofá, com as mãos atrás da cabeça, relaxado e com ar totalmente despreocupado. O advogado satisfazia-se por saber que atrapalhara o encontro de Lorena com o amigo Eduardo. — Não minta, Bruno! Eu sei que você não só

