DEMÉTRIUS “ Andreia” O nome que só outra pessoa conhecia bem reverberou por toda a sala de decoração gótica. E tinha também a voz sarcástica que fez Demétrius parar de escrever de súbito e jogar o caderno sobre a mesinha redonda de centro da sala. Fazia alguns séculos que não escutava aquela maldita voz prepotente e nem escutava nome da sua filha adotiva. Com sua velocidade vampírica foi até a porta se colocando na frente de Anne que não entendia nada do que se passava. — O que faz aqui Nik? —Quis saber Demétrius defensivo. Demétrius notou que lágrimas desciam dos olhos de Anne enquanto ela contemplava Nikolai com o que parecia ser saudade. Era possível que os sentimentos de Andreia por aquele maldito ainda existissem nessa nova encarnação? Se sim, era um jogo arriscado esse. Nikolai

