POV ALDAHAIN
A mera presença do amante dela aqui me fazia sentir um gosto amargo na boca e uma mão apertando o meu coração. Kai, o lindo deus da carnificina de beleza delicada e figura esguia que se encaixava com ela apesar de ter alguns tímidos músculos e aquela essência poderosa.
Kai que deveria ter continuado na maldita Tretagon, de onde nunca deveria ter saído. Eu queria muito arrancar a cabeça dele, desmembrar o corpo e arrancar o coração dele e pulverizá-lo. E o mesmo com a criança. Mas Demi ia me odiar.
Não havia a opção nós três, me dei conta. Eu a ofertei isso, mas eu a queria só para mim e nossa história começou errada e eu não tinha chance
Ela estava feliz, feliz como não a vi ficar nesse tempo comigo. A observei cantarolando em nosso quarto, deitada no sofá cinza comprido e assistindo algo na televisão depois de os ter acomodado e até cozinhado bife acebolado para a criança dele. O dinheiro de sua ida ao joalheiro para vender uma peça de ouro e então quando tomou a iniciativa de comprar os ingredientes quando foi ao mercado como se não ousasse dizer para eu conjurar comida para a menina que era filha dele.
E eu senti que meu coração foi arrancado do meu peito ao ver a cena dela servindo aquela criança e a amando como filha. E Kai sorrindo para ela abertamente.
Fui até Demetria, queria gritar, quebrar tudo e acorrentá-la, mas não ousei. Estudei sua figura diminuta no sofá.
Eu a mimava tanto. Eu fazia tudo por ela. E ela não me amava e os olhos dela não se enchiam de brilho quando me via como se encheram quando viu ele e a maldita cria dele.
Reivindicaria então a única parte que eu tinha dela. Me sentei no sofá junto a ela primeiro. Puxei a cabeça dela para o meu colo e acariciei os fios curtos de seu cabelo com minhas garras. Ela fechou os olhos e gemeu baixinho pelo meu carinho. Demetria se sentou pouco tempo depois e me estudou um bom tempo antes de selar nossos lábios.
– Rainhas cozinham? – Indaguei, tentando conter a raiva da minha voz. E fazer soar uma colocação divertida. Ela riu um pouco e parece que surgiu efeito.
Rasguei o pescoço dela vendo o sangue fluir sentindo o cheiro, sabendo que Kai sentiria. Lambi o sangue e o ferimento para fechá-lo apesar dela se curar rápido.
Ela gemeu para mim. Senti minha raiva abrandar.
– Não sou mais uma rainha nesse mundo e eles são nossos primeiros hóspedes. Mas sim, querido... Sei cozinhar. Dera estava com fome e... E eu não queria te irritar e pedir que conjurasse comida a ela como faz para mim.
A puxei para o meu colo. Estudei sua face delicada, beijei a bochecha dela, que estava corada e suada. Seus olhos ingênuos e amendoados nos meus. Seu corpo pequeno colado no meu.
Segurei sua garganta com força, fazendo-a tombar a cabeça para trás. Lambi a curva do seu pescoço e ela tremeu tombando o pescoço para o lado oposto em outro gemido sublime que eu ocasionava.
Rasguei a camisa dela. Seus s***s expostos por ela estar sem sutiã. Apertei o polegar no mamilo duro e eu senti quando ela sentou-se encaixando-se no meio de minhas pernas.
Em algum momento nós nos tornamos uma bagunça de mordidas, gemidos e nudez no sofá. Eu senti meu corpo a mercê dela.
Eu estava dentro dela. Ela era minha por esses minutos. Eu a ajeitei entre minhas pernas rasgando suas coxas com minhas garras fazendo mais sangue jorrar e ela gemeu mais alto e descontrolada. Eram gemidos irracionais e guturais que eram quase gritos de prazer primal.
E quando nós dois alcançamos o ápice mais uma vez, eu ia me afastar, mas ela me manteve perto me abraçando possessiva e mordendo meu ombro tão forte, que se ela tivesse caninos teria saído sangue.
E então os beijos gentis depois de saciar sua luxuria. Ela ficava muito carinhosa depois de nos amarmos violentamente e descontarmos nossa raiva. . Demi não sabia ser fria depois de me ceder seu corpo, por mais que me odiasse. Ela era muito carente.
– Criança linda. Bebê amada. Minha doce bebezinha linda.
Ela sorriu meigamente para mim. E afundou o rosto no meu cabelo e o beijou com devoção. Ela brincou com meu cabelo azul, fascinada.
– Para. Não sei como responder quando diz essas coisas. – Ela pediu roçando o nariz bonitinho e afilado no meu.
– Vou cuidar de você. Jamais te machucarei enquanto estamos de trégua. – Ela ainda parecia muito preocupada porém. Então entendi que não era por sua segurança que temia. – Kai e Dera estão seguros aqui e são nossos hóspedes. Não irei machucá-los
Eu percebi que ela estremeceu depois dessa fala. Eu senti o corpo dela me responder rápido.
– É uma promessa?
– Sim. – Falei tentando suprimir meu ciúme.
Demetria me estudou, havia muita coisa em seus olhos: surpresa, carinho, um lampejo de algo indefinível e gratidão. Ela tocou o meu rosto por longos minutos e ela arfou ao constatar que não era mentira.
Ela se remexeu no meu colo. Me atiçando. Senti a luxúria despertar novamente quando senti a umidade vinda do meio das pernas dela como um convite para me perder de novo em seus segredos. Acariciei o c******s inchado com o polegar.
– Hm... hm...Me prenda com as correntes e me tome de novo e sem medir sua força, mestre. Seja bruto comigo, pode me sufocar, me bater e me morder toda. E só pare se eu disser a palavra de segurança que será: Tretagon. – Ela disse séria e evitando me olhar.
– Uma relação sadomasoquista? E isso o que quer?
Ela confirmou.
– Mestre, eu quero sentir suas correntes em mim.
O que está acontecendo? O que ela está dizendo? Eu não consigo pensar assim.
– Achei que odiava as correntes.
– Quero elas contra minha pele hoje, mestre. Não estou pensando em tentar fugir hoje. Quero sentir o peso delas contra minha pele, o lembrete de que pertenço a você, mestre.
– Pare. – Eu pedi, alucinado. Eu estava atordoado. Isso era só bom ao extremo para ser real.
– Eu quero as correntes e que você me domine, mestre.
E eu estava duro. A acariciei com os dedos sentindo sua lubrificação natural vendo que não era um truque para me agradar. Puxei suas pernas e as abri e ela sentou sobre mim, descendo e subindo no meu falo, gemendo descontrolada. E eu fiz as correntes surgirem nela, fazendo suas mãos ficarem presas atrás das costas. Os s***s dela mais empinados. Puxei o cabelo dela a fazendo subir e descer no meu m****o vendo as correntes nela enquanto nós dois nos aliviávamo-nos.
– Mestre, mestre, mestre...
A sufoquei com uma mão. Meus dedos contra a pele alva dela. e então estapeei seus m*****s vendo os s***s balançarem.
–Hm mestre... Está me punindo? Está zangado comigo? O que eu fiz?
Demi perguntou dengosa.
– Você é minha serva agora. Só minha. Deve servir só a mim. Eu conjuro comida para a criança. Não cozinhe mais para ela e nem para ninguém.
– Hm, como desejar mestre. Agora me deixe tocá-lo também. Por que não posso tocá-lo?
– Só eu posso te tocar hoje.
Eu apertei suas nádegas e abri mais seu canal quente sobre mim. Puxei seu cabelo sentindo seu líquido gostoso ajudar meu falo a deslizar dentro dela e sua i********e toda quente e deliciosamente molhada.