Capítulo 4

1308 Words
m*l cruzamos a porta quando edu me virou e usou seu corpo para me pressionar contra a parede. Seus lábios foram imediatamente para a pele sensível do meu pescoço ele mordeu e lambeu a longa trilha entre minha clavícula e a parte de trás da orelha. Os pelos na minha nuca se eriçaram, arrepios percorreram minha pele enquanto eu fechava os olhos. As mãos de edu passaram por debaixo da minha saia e sobre a minha b***a, então ele levantou uma de minhas pernas e depois a outra, sem o menor esforço, colocando-as ao seu redor. Ergueu meu corpo longilíneo e cheio de curvas contra o seu e me pressionou com força de encontro à parede. — Vou entrar tão fundo que você vai me sentir na garganta — prometeu. — Cacete... — falei enquanto ele me carregava na direção do seu quarto — Exatamente. — Ele mordeu meu pescoço, arrastando os dentes pela base esbelta. Cada nervo, cada poro, cada molécula minha estava concentrada em se fundir a esse homem. Sem rodeios, ele me jogou na cama e olhou para baixo. — Tire o vestido — exigiu. Seus olhos estavam escuros, repletos de luxúria. Eu podia dizer que ele estava tentando se controlar, pois abriu e fechou as mãos, os tendões em seu pescoço inchados de desejo. Puxei o vestido sobre a cabeça e fiquei de joelhos, usando um sutiã azul-escuro e fio dental combinando. Ao me ver exposta, ele respirou fundo e assobiou. — Sua vez. Tire o terno — eu disse, enquanto passava as mãos sobre as taças do sutiã. Sua mandíbula estava apertada quando ele deixou cair o paletó e a gravata rapidamente, e abriu a camisa para revelar o peito bronzeado que eu tanto amava. Mordi o lábio. — Tudo. Quero tudo de fora. — Minha voz soou rouca e necessitada. Edu sorriu. Lentamente, tirou o cinto e baixou a calça. Pegando um preservativo do bolso, rasgou-o com os dentes e o colocou em sua ereção, tudo sem quebrar o contato visual. Levei a mão às costas e abri o fecho do sutiã. Assim que sua calça caiu no chão, a peça a seguiu. — c****e, não consigo nem olhar para você. — Sua voz estava cheia de admiração. — Tão linda. — Ele apertou os dentes com tanta força que eu pude ouvir o barulho. Minha sobrancelha se ergueu e eu observei toda a sua glória nua. Alto, bronzeado, músculos definidos e um p*u duro e grosso, pronto para dar prazer. — Você também não é nada m*l — falei enquanto apreciava a vista. — Prove — ele provocou com um sorriso. Minhas palavras de ontem à noite se voltaram contra mim, revelando que ele prestava muita atenção nas nossas interações. Isso me deixou feliz, tonta, de uma forma que eu não queria pensar muito a respeito. Engatinhando para a beirada da cama, coloquei as mãos em seu peito rígido. Inclinei-me e lambi um mamilo. Ele gemeu e grunhiu baixo quando mordisquei o pedaço de carne. Suas mãos envolveram meus cabelos. Levei o rosto para perto do dele e oscilei sobre seus lábios, próxima o suficiente para que ele pudesse sentir minha respiração. Ele lambeu a boca, preparando-se para aquele primeiro toque. Mas eu não cedi. Em vez disso, beijei apenas o canto de seus lábios. — Está brincando comigo? — ele perguntou, em um tom divertido. Passei o queixo ao longo de sua bochecha. Em seguida, mordisquei e lambi o lóbulo de sua orelha. — Do que você está falando? — sussurrei, certificando-me de soprar ar suficiente contra o ponto sensível, de modo que ele entendesse minha intenção. Seus dedos seguraram meus quadris e se enrolaram em minha calcinha, puxando-a para baixo sem a menor cerimônia. Engoli em seco quando o ar encontrou meu centro molhado. — Acho que você está — ele respondeu e, em seguida, empurrou-me para trás, sobre a cama. Caí em uma lufada contra a nuvem confortável de cobertores. Assim que abri os olhos, suas mãos estavam em meus joelhos. Ele os afastou, viu meu sexo úmido e dolorido e gemeu. Passou um dedo pela umidade. Também gemi quando ele acariciou meu feixe de nervos sensível e apertado. — Vou te devorar. — Seus olhos brilharam para os meus. — Mas primeiro preciso estar dentro de você. Ele se posicionou sobre a minha f***a e colocou apenas a ponta ali dentro. Arqueei, querendo mais, precisando de mais. Usando a força do torso, ele pairou sobre mim. — Olhe para mim enquanto possuo você pela segunda vez — disse, com um rosnado sexy e possessivo. E eu olhei. Assisti enquanto ele me tomava centímetro por centímetro. Os lábios do meu sexo foram estendidos, sua espessura me fazendo sentir completa, no limite da capacidade, mais que qualquer outro amante que já tive. Gemi, inclinando a cabeça para trás, sem ser capaz de olhar enquanto ele enfiava os últimos centímetros para dentro. Já estava muito profundo. — sara — ele sussurrou, com a voz tensa. Meus olhos se abriram e encararam seu olhar repleto de luxúria. Apoiando-se nos cotovelos, ele segurou meu rosto com as duas mãos. Levou os quadris para trás e começou a se mover enquanto seus lábios tomavam os meus. Unidos naquele momento como um corpo só, não havia eduardo ou sara . Havia apenas nós. O beijo foi ardentemente sensual, molhado e avassalador. Ele mergulhou a língua em minha boca, da mesma forma que seu p*u entrou em meu corpo. Com precisão, profundidade e muito prazer, exatamente como eu me sentia, estremecendo com o esforço. Envolvi as pernas e os braços ao redor dele, segurando-o enquanto ele me penetrava cada vez mais, seu m****o alcançando lugares que eu nem sabia que existiam. Ele desencadeava sentimentos tão intensos que eu gritei e me agarrei a ele quando a primeira onda de orgasmo atingiu meu corpo. — p**a merda, sara . Você me aperta de um jeito tão gostoso. Mais uma vez, linda. — edu me conduziu pelo orgasmo, mas não encontrou sua própria libertação. Nossa, o homem tinha uma energia... Edu chupou meus lábios e, em seguida, saiu de dentro de mim. Antes que eu pudesse protestar, ele me virou e puxou meu quadril para cima. — p***a de traseiro perfeito. Caramba, sara. — Ele deu um tapa em um lado, voltando para o calor entre minhas pernas antes mesmo que a ardência provocada pelo contato deixasse minha pele. — p***a, você sabe mesmo o que está fazendo — gemi, empinando os quadris. Ele agarrou minhas laterais e estabeleceu um ritmo punitivo. Eu podia ouvir os sons dos nossos corpos se chocando um contra o outro. — Preciso daquele apertão no meu p*u de novo — edu rosnou quando se inclinou sobre mim e colocou a mão entre minhas pernas. Seus dedos se concentraram em meu gatilho, e eu me perdi. Estremecendo ferozmente, as paredes do meu sexo apertaram seu p*u duro até que ele rugiu. Mais três estocadas rápidas e todo o seu corpo ficou imóvel sobre a minha b***a enquanto ele pulsava dentro de mim. Edu desabou sobre meu corpo, sua respiração saindo em ondas curtas contra os pelos da minha nuca. Nós dois estávamos sem fôlego, perdidos em nosso prazer. Ele saiu de dentro de mim e me puxou para seu peito. Passamos os minutos seguintes nos beijando como adolescentes. O quarto cheirava a sexo e restos mortais do meu perfume, Trésor. Praticamente a perfeição. Se pudesse engarrafar esse cheiro, eu o usaria todos os dias. Deitados juntos, me curvei contra seu peito. ---nossa edu vc me deixou cheia de chupadas e mordidas --sim agora sim voce é minha e é igual a mim — Então, me conta alguma coisa... Edu riu.. — Você poderia ser mais específica? Dei de ombros. — o que é filho da noite ? -- eu sou um vampiro...
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