— Oskar, eu nunca pertenci a ninguém, nem a nada. Ela confessou, movendo os quadris para me acolher debaixo d’água repetidas vezes. — Mas esta noite, mesmo que seja só por um momento, eu quero ser sua, somente sua. Empurrei-a com mais força, devorando os seus lábios, tocando-a por toda parte, como se quisesse derreter como ela. — Você é minha, querida. Eu disse, mordendo o seu pescoço. — E esta noite, este mar, este céu... todos serão testemunhas. Fiz amor com ela, não sei quantas vezes debaixo d'água, sob a lua, entre ondas que aplaudiam o nosso desejo. Lentamente, com paixão. Com aquela necessidade primitiva de dois corpos se buscando para se salvar. O diamante brilhava entre os seus se*ios, e eu juro que nunca tinha visto nada tão erót*ico. Quando terminamos, carreguei-a de volta pa

