Maximiliano aproximou-se, tentando pegar na mão dela. — Amor, isso é uma armadilha. Aquela mulher só quer dinheiro. Você não pode acreditar nela. Audrey retirou a mão abruptamente, olhando para ele com uma mistura de desgosto e tristeza. — Não me chame de amor. Não depois de tudo isso, seu filho da pu*ta! A sala ficou em silêncio, todos os presentes observando a tensa troca. Audrey sentiu os olhares fixos nela, julgando-a, esperando que ela se comportasse como a esposa exemplar que sempre quiseram que ela fosse. Sem dizer mais nada, ela girou nos calcanhares e saiu da sala. Lágrimas turvaram a sua visão e ela não conseguia ver para onde estava indo, ela só sabia que era um banheiro fechado. Era exatamente o que ela precisava: fugir de todos aqueles ratos. Ela estava segurando a pia

