Assenti silenciosamente, os meus dedos tremendo enquanto o colocava no pulso. O metal frio contra a minha pele era um lembrete cru*el de tudo que eu havia perdido. Uma lágrima escorreu pela minha bochecha e eu rapidamente a enxuguei. Eu não queria que ninguém me visse assim, quebrada em mil pedaços. A morte do meu avô devastou-me de maneiras que eu nem consigo descrever. Finalmente chegamos à mansão. Saí da caminhonete, acompanhado dos meus guardas, e caminhei até o escritório. Lá estava Matt, meu amigo, me esperando. Ao me ver, o seu rosto encheu-se de preocupação e ele me abraçou. — Desculpe, irmão. Eu sei o quão difícil isso tem sido para você. Ele disse sinceramente. Matt estava numa longa viagem de negócios, então ele não estava lá para o funeral do meu avô. — Obrigado, Matt. Este

