Capítulo 4

1357 Words
A princípio eu tentei empurra-lo, mais o filho da mãe beija tão bem que acabei não resistindo e retribui ao beijo. Depois de três anos sem beijar ninguém até que eu ainda estou craque! Nós soltamos, sem fôlego com certeza, e sem saber o que fazer depois de tudo isso, foi lhe dar um tapa no rosto. _ Nunca mais faça isso, se você fizer isso de novo arranco seu p***o!- digo apontando o dedo pra ele, enquanto o mesmo passa a mão aonde lhe dei o tapa, ele chega mais perto de mim e minhas pernas ficam bambas! Mais que merda! _ Espero que você nunca mais me chame de gay!- ele diz e sai andando com aquela Bundinha sexy para o quarto. _ Acho que estou vendo uma baba caindo em cachoeira da sua boca!- diz Gui, e percebo que ainda estava parada olhando para a porta do quarto aonde aquele infeliz entrou _ Claro que não! Eu odiei ele!- digo voltando a sentar no sofá. _ Depois desse beijo que ele te deu? duvido muito você não gostar._ ele disse dando risada_ Vai se arrumar logo sua quenga temos que ir, vai.- ele diz me empurrando para o quanto. Entro no banheiro, tomo um banho bem relaxado, termino o mesmo e me enrolo na toalha e entro no quarto do gui e o mesmo esta em frente ao espelho ajeitando o cabelo. _ Não tenha dúvida que se você não fosse gay, eu ia abusar de você baby!- digo rindo ao entrar no quarto só de tolha, o mesmo sorrir _ Sua tarada!_ ele gargalha _ Gui cadê minhas malas? - pergunto pois não as vejo no quarto dele. _ Estão no quarto no Vic.- ele diz e da uma piscadela pra mim.. Viado filho de uma mãe _ Você não vai pegar não é?- pergunto já sabendo a resposta _ Não mesmo! Alias você vai ter que dormir lá, meu peguete vem dormir todas as noites comigo.- ele diz. _ EU NAO VOU DORMIR NO MESMO QUARTO COM AQUELE DEMONIO!_ digo já apavorada, Alguém vai acabar morrrendo naquele quarto _ Aquele demônio que beija muito bem? Não se preucupe ele não morde, só se você quiser!- ele diz e começar a rir da minha cara de desespero. Sei que ele não vai voltar atrás com essa decisão, ando até o quarto do Victor e Bato na porta. A mesma se abre revelando ele só de calça, sem camisa, um nó se forma na minha garganta, e uma formigacao estranha passa pelas minhas pernas, meus olhos sem minha permiçao olha todo aquele corpo sarado, não n**o que minha mão coçou para passar naquela barriga tanquinho, lavaria toda minha roupa ali. Mel acorda criatura, você está pagando mico! Volto em si, e vejo o rosto lindo do i****a me olhando com aquele sorriso que somente os homens sabem dá. _ Já olhou tudo que tinha que olhar?- perguntou ele _ Já vi coisas melhores!- mentirosa! _ No internato?! - ele diz e sorrir e que sorriso é esse? alguém me segura aqui vou ter um AVC! _ Licença! - digo o empurrando e passando por ele e entro no quarto. Vejo minhas malas no canto do quarto, seguro bem a toalha e me abaixo para pegar o que eu quero. _ O que você está fazendo?- perguntou ele _ Não sei se você é cego, mais estou pegando uma roupa.- digo sem olha-lo. _ Para você ver como sou um cavalheiro vou levar sua mala para o quarto do gui!- diz ele, acabo sorrindo, aposto que ele vai surta quando souber que eu vou dormir aqui! _ Não precisa! Vou ficar aqui nesse quarto, agora licença pra eu mim arrumar!_ digo segurando o riso, pois seus olhos estão arregalados. _ Você só pode estar de brincadeira não é?- ele perguntou andando de um lado para o outro _ Bem que eu queria! - digo me levantando segurando um vestido na mão. Ele não diz mais nada apenas sai do quarto batendo forte a porta! Agora o Guilherme vai escutar! Após Victor sair feito um furacão para gritar com toda certeza com o Guilherme, me visto para a tal noite de comemoração, as vezes a diretora do internato me deixava sair nos fins de semana para comprar algo, e como eu nunca saía para festa ou algo assim, sempre comprei roupas "comportadas" porque também eu não ia andar de shortinho ou algo pior lá dentro. Ouço os gritos dos "homens" no quarto vizinho e sorri ao me lembrar do Victor todo vermelho ao irrita-lo, e de como ele fica bonito quando está com raiva! Ham?! Tiro esse pensamentos e termino de me arrumar, e desço para sala esperar as mocinhas descer, sento-me no sofá e fico batendo meus pés no chão impaciente com demora deles! Quando desisto de esperar vou até quarto e ouço sem querer a conversa deles. _ Ela é uma garota mimada Guilherme, e se as coisas continuarem assim! Sinto muito eu vou ter que arranjar outro lugar pra ficar.- Victor diz, sinto meu coração apertar! Mimada? Eu? esse i****a não sabe nem da metade do que eu passei e ainda por cima me julga? Não espero o Gui responder e saio dali e me sento novamente no sofá, ele nem me conhece e me chama de mimada?! Ah ele que me aguarde eu vou fazer o pior que eu posso para irrita-lo e faze-lo sair daqui o mais rápido possível _ Vamos mel?- ouço Gui falar, saio dos meus pensamentos e dou um sorriso amarelo _ Sim vamos! Cadê o Victor?- perguntei pois ele não veio com o gui pra sala. _ Ele vai depois, nos encontramos lá, agora vamos que eu quero deixar você doidinha!- ele diz me empurrando em direção a porta. ... O Gui fez mistério durante o caminho e como eu conheço o primo que tenho, posso apostar que ele vai me levar em alguma boate, e como sempre eu acertei. Do lado de fora as luzes piscando e eu fiquei tonta só de ver aquilo. Entramos e muitas pessoas vinheram comprimentar o Guilherme, e ele sempre com um lindo sorriso ao falar com todos. Ele me levou até uma mesa e pediu uma bebida _ Vai querer o que flor?- perguntou ele, já animado com a batida da música _ Nada, não bebo...- digo, sim é verdade eu nunca bebi, não porque não quisesse mais porque tenho medo de perder o controle como algumas pessoas, e hoje não quero perder o controle que demorei anos para obter. _ Você é uma vergonha a humanidade .- ele diz dando risada dou lingua pro mesmo, vejo um moreno alto se aproximar da gente, um morenão mesmo, logo pensei que ele estava vindo me chamar pra dançar e eu já estava planejando um não bem lindo, mais meu queixo caiu quando ele chegou perto e beijou o Gui!! E eu? Bom eu fiquei com o queixo ainda caido olhando eles se beijarem! Nossaaa! Não sabia se ficava vermelha pela cena ou aplaudia eles... _ Mel esse é meu crush! O Léo, e Léo essa é minha prima mel.- ele nós apresentou assim que acabou o beijasso deles _ Prazer Léo.- quase gritei pra ele poder me ouvir _ igualmente!- ele respondeu alto, e levou a boca ao ouvido do Gui e cochicou algo. _ Melzinta não se importa se eu der uma sumidinha não é?- o Gui pergunta com a cara mais sonsa que já vi na vida e acabo rindo. _ Claro vai lá! - respondi, e os dois saíram sorridentes. Permaneci ali na mesa, vendo um bando de gente dançando como se não houvesse amanhã, casais se beijado, ou (comendo a boca uns dos outros) vai saber. Olhando para todas aquelas pessoas sinto um aperto no peito, vendo como eles sabem aproveitar a vida, aproveitaram sua adolescência, enquanto eu vivir presa naquela droga de colégio, ainda me sinto um Et no meio dos humanos. Ah que se dane, talvez seja a horas de eu viver, meus problemas eu resolvo amanhã. _ Ei garçom! Trás uma!- f**a-se o resto...
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