O relógio marcava três horas da manhã quando os alarmes começaram a soar no quarto de Marisa. Nicolas acordou com um sobressalto, o coração disparado, enquanto as enfermeiras entravam correndo. A cena se desenrolava como em câmera lenta: os monitores piscando freneticamente, os gritos de ordens rápidas e precisas, e Marisa deitada, pálida, sem forças, mas com uma expressão de dor que dizia tudo. "Nicolas..." ela murmurou, quase inaudível, enquanto ele segurava sua mão. "Eu estou aqui," ele respondeu, a voz falhando, sentindo o desespero tomar conta de si. A equipe médica o afastou. “Precisamos levá-la imediatamente para uma cesariana de emergência,” informou um dos médicos com firmeza. Nicolas tentou protestar, mas sabia que não havia escolha. Ele observou, impotente, enquanto Marisa

