O dia ainda estava calmo quando Nicolas, com as mãos trêmulas, olhou para o fundo da piscina, onde sua filha, aparentemente, não estava. O pânico se transformava em um vazio gelado em seu peito, a culpa e a frustração se misturando de forma implacável. Ele estava prestes a entrar em uma espiral de desespero quando, de repente, o som baixo e suave que vinha da babá eletrônica, ao lado da poltrona onde ele estava sentado, atravessou seus pensamentos de forma cortante. Resmungos fracos, os típicos sons de desconforto de uma criança pequena, começaram a invadir seus ouvidos. O som parecia vir de longe, mas Nicolas sabia exatamente de onde ele estava. A babá eletrônica estava ligada e, por mais que ele tivesse olhado ao redor sem encontrar Emily, ele a ouviu. E ele tinha certeza de que a peque

