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934 Words

Nicolas acordou sobressaltado com o choro de Emily. O quarto do hotel estava mergulhado na penumbra, e o silêncio da madrugada havia sido quebrado pelo som insistente da pequena. Ele não precisou olhar o celular para saber que ainda era cedo, mas mesmo assim esticou o braço e pegou o aparelho na mesa de cabeceira. Seis da manhã. Soltou um suspiro cansado, passou a mão pelo rosto e, sem demora, inclinou-se para pegar a filha no berço portátil. Assim que a ergueu nos braços, o choro cessou como mágica. "Que belo pai estou me saindo..." murmurou, embalando Emily contra o peito. "Se continuar assim, sua primeira palavra vai ser tenebrosa." Emily bocejou, esfregando o rostinho contra a camisa dele. Nicolas suspirou, sentindo o peso do cansaço se misturar com o amor incondicional que nutria p

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