Escuto vozes alteradas, um barulho irritante de uma espécie de apito de uma máquina, tento abrir os olhos, mas a claridade quase me cega, minha cabeça zumbe e a dor é insuportável. Meu estomago embrulha. Forço novamente meus olhos a se abrirem e tento me acostumar com a claridade, estou em um quarto extremamente branco, olho para o lado onde o barulho chato insiste em ser ouvido e vejo que estou em um quarto de hospital, pois a máquina chata é uma daquelas que monitora respiração e batimentos cardíacos. Fico momentaneamente perdida, até que me lembro do ataque, do aviso e do homem ter me agredido. Acho que levei um soco e perdi a consciência, porque depois de me atacar e me mandar abandonar a maldita investigação, sem dizer qual investigação para que pelo menos eu tenha uma pista mais palp

