Eu esperava a minha prima chegada, ela mora no interior, depois do que aconteceram connosco há cinco anos, eu tive sorte da pílula do dia seguinte funcionado, ja a minha prima não teve a mesma sorte, devido às drogas e álcool que ela ingeri a pílula não funcionou e ela acabou ficando grávida de um estranho que forçou ela a t*****r como ele e depois a chutou como uma prostituta, a vida dela acabaram os meus tios expulsaram de casa e a sua vida não foi fácil.
Hoje eu não quero pensar em nada triste nem naquele homem que assombra os meus sonhos nos últimos anos, hoje vou-me casa com um homem bonito carinhoso e ser feliz, o nome é Eduardo Cruz ele é irmão do meu chefe o promotor de justiça Adriano Cruz, eu conheço o meu novo através do meu chefe que nos apresentou, eu gostei dele e começamos a sair, um ano depois ele me pediu em casamento eu aceitei aqui estou-me a preparar para lo grande momento, estou-me a arrumar no salão eu pedir para Raquel vir-me fazer companhia, ela e o pequeno Nicolas seu filho de cinco anos, filho daquela bruta monte que amigo do homem que dorme na minha adolescência, agora eu intendo os meus pais quando dizem para ter cuidado a vida é cheia de perigos.
O garoto é a cara do ausente dele bem loirinho já que a minha prima é morena, mas o menino não tinha culpa de nada eu adoro aquele menino, eu sempre ajudei como pude a Raquel cuidar dele, agora que tenho emprego que me pagar bem, eu consigo paga a escola dele não quero que ele passe necessidade, saiu das minhas refeições com os chegando, Nicolas correr para me abraçar gritando ___ Tia Bia! Eu abraço ele forte dizendo __ Oi meu amor, que saudades, agora solta a sua tia você vai estragar o seu vestido (Raquel fala pegando ele no colo)
Raquel leva Nicolas para brincar de lego na receção enquanto nós duas arrumavam-se para o casamento, uma das moças do salão me dá um suco de laranja para eu beber e um refrigerante para Raquel, estava muito divertido conversando enquanto os cabelos faziam um lindo penteado,
Escolto barulho e vários homens armados entrando, eles mandam todos deitarem no chão e ficam quietos, Raquel se levanta e perde __ posso pegar o meu filho? Ele está na receção brincando vai ficar assustado(ela fala) __ não se preocupe moça o seu filho está com o chefe, mas você pode ir lá com eles (um dos homens fala) ela olha para mim eu confirmo com a cabeça, eu tento-me levantar da cadeira onde estou sentada e não consigo, eu olho para mulher que me deu o suco e pergunto __ você deu-me? (ela sorrir diabolicamente e diz) __ algo para você dormir,
Eu não quero dormir tento o máximo fica com os olhos abertos, os dois homens me pega como um saco de batata e vai a arrastar e que grito "cuidado com o meu vestido" eles nem liga com a minha palavra e continuam-me arrastando até a receção onde eu vejo aquele homem loiro que parece que está mais musculoso ainda, ele estava perto da Raquel e dos Nicolas eu forço-me para ficar acordada, mas a escuridão vence e eu apago.
Abro os olhos lentamente e não reconheço o lugar, escolto vozes bem longe eles estão a falar em outro idioma, aos poucos começo a acordar eu tento levantar fica de pé, mas caiu sentada no sofá gigante, onde estou eu não conheço esse lugar, minha cabeça dói, começo a lembrar do casamento do loiro me sequestrando com os seus capangas, a minha cabeça parar de rodar eu olho em volta vejo uma mulher muito elegante, tem um rapaz jovem me olhando dos pés a cabeça, vejo Raquel sentada com Nicolas nos braços dormindo, a minha prima parece muito assustada com medo, será que aquele desgraçado fez alguma coisa com ela?
Eu olho para frente ele está a conversar em italiano com um homem com o braço enfaixado, o meu sangue eu não penso em nada apenas me levanto vou até o loiro maldito e dou um soco na sua cara e grito "isso é por me sequestrar" enquanto ele está atordoado eu aceito uma joelhada nas suas bolas fazer o grandão se ajoelha de dor" e isto é por acabar com a vida da minha prima" vejo um silêncio no lugar todos estão chocados até dois homens me pega pelo braço me puxado para sentada no sofá eu debato e grito para eles me soltar até escolta uma voz grossa e autoritária grito" já chega" vejo medo nos olhos de todos eu olho para ver de quem é, qual se desmaio de ver este homem de novo eu olho para e falo ___ posso saber o que estou a fazer aqui?
__ eu posso saber porque você estava se casando com outro homem (ele fala irritado)
___ o que você tem a ver com isso? (eu falo com uma coragem que não sei de onde tirei) ele aproxima-se fica bem perto, mas muito perto mesmo coloco a sua mão grande no queixo e diz
___ Acho que foi bem claro com você quando falei que você é minha, você lembra muito bem que eu sei porque você concordou com tudo.
___ Eu concordei com tudo, você drogo-me eu não sabia o que dizendo (ele rir como seu tivesse dito uma piada) eu fico mais raiva ainda e continuo a falar __ você e o seu amigo ogro drogo eu a minha prima para se divertir, você achar mesmo que se eu não tivesse drogada dormiria com você? a resposta é não eu jamais passaria a noite com você, eu só tinha 17 anos eu queria conhecer lugares diferentes divertir-me, não ser tortura a noite toda, eu tive sorte que a pílula do dia seguinte funcionou ou teria o mesmo destino da Raquel grávida e expulsar de casa, tendo que viver de favor e ser chamado de p**a por todos.
__ Eu não preciso droga mulheres para dormir comigo, você e a sua prima louca bebia tudo naquele bar, agora me responda que td ajudou a sair do meu quarto naquela noite (ele-me pergunta)
__ Ninguém! Eu acordei nua com um homem desconhecido-me abraçando eu entrei em choque, eu não lembro muito do que aconteceu, então arrastei-me para fora da cama, pegue o meu vestido coloque, minha bolsa na no chão e meu celular jogava nele tinha uma mensagem da Raquel me pedindo ajuda, eu peguei o cartão de acesso que estava na mesinha abrir a porta e sair (falo para ele com raiva) ele não diz mais nada só a minha olha com muita raiva, eu sem querer olho para seu corpo lindo, os seus olhos castanho agora ele tinha uma barra pequena, os seus cabelos pretos liso todo bagunçados dá um charme, ele usava umas calças social e uma camisa um pouco apertada que dava para ver o seu corpo perfeito, mas com uma mancha vermelha parecendo sangue e vejo eu olhando e pergunto
__ está a gostar do que ver (ele fala agora relaxado)
__ isto é sangue? (eu pergunto apontando para sua barriga)
__, sim, é sangue, eu levo um tiro a três dias, por causa disso não te foi buscar (ele fala sem dá muito importância) __ agora soldados levem ela para o quarto do lado do meu e manter a porta fechada (ele fala olhando para os homens)
__ quer dizer que sou sua prisioneira, eu nem sei o seu nome, (falo muito irritada)
__ o meu nome é Dom Lourenço o chefe da máfia italiana (ele fala vira as costas indo embora) enquanto eu sou arrastada como um animal.