Lourenço: Depois que Beatriz me acusar de ser o culpado dela não pode mais engravidar, eu desabo naquele consultório, sem forças para correr atrás dela, coloco minhas mãos na cabeça chorando como uma criança, Marília me olha com preocupação e espanto por eu estar chorando, era a primeira vez que minha amiga me ver desse jeito, Marília puxa minha cabeça para seu ombro enquanto soluço em desespero, ela alisa meus cabelos com carinho e diz. — A culpa não é sua Lourenço, aquele médico que fez essa maldade com ela, Marília fala gentil. — Agora você precisa ir atrás de sua mulher e confortá-la, minha fala me fazendo levar da cadeia. — Eu não consigo olhar nos olhos de Beatriz, a culpa está me consumindo eu causei toda essa dor a ela, por minha causa aquele maldito tirou o útero dela e e

