Eli não pregou o olho. Assim que os primeiros raios de sol bateram no Vidigal, ele já estava na porta do estúdio. Quando Agnes chegou, com as olheiras escondidas por corretivo e uma pasta na mão que claramente continha sua demissão, o ar gelou. Eli: (Bloqueando o caminho dela para a mesa) ☆Agnes, a gente precisa conversar. Agora. Sobre a Chloe, sobre a gente..." Agnes: (Com o olhar frio, desviando dele como se ele fosse um estranho) _"Não temos nada para conversar, Eli. Me deixa passar, tenho muito trabalho antes de... antes de ir embora." ☆Você não vai a lugar nenhum! Me escuta, por favor!" Agnes simplesmente o ignorou, começando a organizar os papéis no balcão com as mãos trêmulas. O silêncio dela era pior que um grito. Foi nesse momento que o impulso dominou a razão. Eli segurou o

