Ao mesmo tempo, Leila esperava receber a notícia de que Amelie havia sido detida e encarcerada. No entanto, depois de esperar muito tempo, o que ela recebeu foi uma intimação do tribunal.
Ela foi acusada do assassinato premeditado de Draven. E a pessoa que estava processando era Amelie.
Instantaneamente, Leila surtou. Ela andou pela sala exasperada.
Ela pensou, encontrei o melhor advogado da cidade. Eu não posso acreditar que Amelie ainda se safa disso. Além do mais, ela está me processando?
Ela não é apenas uma pobre garota de uma família comum?
Como ela consegue fazer isso?
Leila rangeu os dentes e cerrou os punhos. Ela decidiu que da próxima vez que encontrasse Amelie, ela mataria Amelie, já que seria a única maneira de descarregar sua raiva!
"Foi entregue?"
Quando eles deixaram a delegacia, Amelie virou-se para olhar para o advogado ao seu lado.
O advogado assentiu. "Foi enviado esta manhã. Já deveria ter sido entregue. Recebemos o dinheiro."
Ouvindo as palavras do advogado, Amelie franziu ligeiramente os lábios rosados. Ela olhou para a figura astronômica em seu relato e uma pitada de ironia apareceu em seus olhos.
Ela pensou, imagino como Lamont ficará quando receber o pacote.
Ela ficou muito feliz ao pensar no rosto comprido de Lamont.
Ela pensou, eu sofri quando estive com a família Byron por cinco anos, e agora é hora de me vingar deles pouco a pouco.
Lamont estava no Grupo Byron. Ele estava sentado atrás de sua mesa com um rosto sombrio, cerrando os punhos com tanta força que os nós dos dedos ficaram pálidos.
Esta manhã, ele descobriu que metade dos ativos da conta da empresa havia sido sacada. Ele mandou alguém rastreá-lo e descobriu que a conta receptora estava na Austrália.
De repente, Hector, seu assistente, bateu na porta e entrou com um saco de papel pardo, dizendo que era um pacote que havia sido entregue esta manhã, e apenas Lamont tinha permissão para abri-lo.
Lamont franziu a testa ao abri-lo apenas para ver uma pasta dentro. Dentro da pasta estavam os papéis do divórcio que Amelie já havia assinado e uma carta.
Pelo acordo, metade da propriedade do Grupo Byron pertencia a Amelie. O tribunal já havia confirmado que ela entrou em vigor automaticamente esta manhã.
Metade dos ativos da empresa estavam agora na conta de Amelie.
Lamont cerrou os dentes de ódio e as têmporas de sua testa latejaram. Ele reprimiu sua raiva e abriu a carta.
A caligrafia de Amelie era elegante, e havia apenas algumas palavras.
"Considerando os cinco anos de trabalho duro na casa dos Byron, bem como os danos que sofri devido à acusação errada, fico com metade de seus bens, o que não é muito."
Através da carta, Lamont sentiu que podia ver o rosto complacente de Amelie.
Ele imediatamente ficou furioso. Ele amassou a carta, jogou em uma lata de lixo, pegou o telefone e discou o número de Amelie.
Casado com Amelie há cinco anos, nunca teve a iniciativa de ligar para ela. Inesperadamente, no primeiro dia do divórcio, ele foi forçado a fazer essa ligação.
Nunca ocorreu a ele que o telefone dela estava desligado!