EMILY NARRANDO Nossa eu e terror precisávamos desses dias em angra com nosso neto, longe de toda as coisas do morro e da facção. Eu nunca pedi para o terror largar o traficado do morro ou da facção mais eu acho que ta na hora da gente viver um pouco, viajar, curtir nós dois sabe, coisa que nunca fizemos nesses anos. Gael aproveito o avô todos esses dias, ele acordava cedo e já vinha pro nosso quarto pulando na cama e acordado o avô pra tomar café e ir pra piscina e terror fazia todas as suas vontades e eu não podia ficar mais feliz que ver e viver tudo isso. Quando a invasão na casa começou eu senti que algo ia da errado, eu senti que não veria meu marido, pelo menos não tão cedo, mais eu tive que ir, terro jamais iria permitir que eu ficasse la pra correr qualquer perigo. Sai da casa

