Bernardo agostini Ao chegar à casa da minha irmã, fui recebido com um sorriso caloroso do porteiro, que abriu o portão como se estivesse abrindo as portas para um mundo encantado. Estacionei minha moto na garagem e, ao sair, fui recebido pela alegria contagiante da minha sobrinha. — Titio! — Ela exclamou, correndo em minha direção, e meu coração se encheu de carinho por aquelas pequenas. — Oi, minhas princesas! Como estão as duas, sapecas do tio? — perguntei, admirando como cresciam a cada visita. — Tio, você não percebe que estou do mesmo tamanho desde a semana passada? Faz tanto tempo que não nos vemos! — Elisa respondeu, com um tom de saudade que me fez sorrir. — Sinto falta de você. Você deveria vir mais vezes. — É verdade, tio, você leva tanto tempo para aparecer! — A outra, Mel

