07

2120 Words
Depois que Landon terminou de comer, Mamon o conduziu para a área externa para mostrar o lado de fora também. O rapaz ficou completamente abismado com o quão lindo era cada centímetro do lugar, sejam as enormes dunas de areia branca, a pequena floresta de árvores frutíferas logo atrás da casa ou os simplesmente magníficos lagos termais e cristalinos que começavam jogo após o terraço. Era como se aquele lugar fosse construído diretamente no coração de um oásis que havia em meio aquelas dunas (na verdade, Landon constatou que era exatamente isso). Era um pouco irônico que as coisas mais lindas que ele já havia visto em toda sua vida ficassem no inferno, NO INFERNO!! Mas Landon sabia que a beleza era uma arma perigosa, é que os piores venenos sempre eram guardados nos frascos mais bonitos. — Meu domínio vai até perto daquelas montanhas. — Mamon explicou, fazendo Landon seguir o seu olhar e encarar a linha do horizonte, onde um emaranhado de montanhas podia ser visto, embora fossem tão longe que não passavam de pequenos pontinhos na visão do rapaz, que jamais havia visto um céu tão azul e nuvens tão brancas como aquelas, elas quase (QUASE) eram brancas o suficiente para serem do mesmo tom que o cabelo de Mamon. Além do céu simplesmente lindíssimo, o ruivo também percebeu que o sol era absurdamente grande e imponente, e ardia num tom mais avermelhado que o da sua dimensão, e além disso, Landon curiosamente conseguia olhar para ele sem problema algum, apesar dos raios solares intensos que a estrela irradiava. Era como se houvesse um eclipse solar eterno alí, não que fosse um eclipse de verdade. — Como um demônio consegue virar um príncipe infernal? — O rapaz quis saber, enquanto os dois iam até umas espreguiçadeiras na sombra do terraço. O ruivo sentou em uma delas e observou Mamon ocupar a que estava ao seu lado, movendo seus braços e pernas musculosas e elegantes como se fosse um felino. — Quando migramos para essa dimensão, nenhuma território tinha dono. E foi aí que começaram as guerras que duraram quase meio milênio, e os mais poderosos dividiram entre si os reinos. — explicou Mamon, erguendo as mãos para abrir os outros botões da sua camisa, fazendo os olhos do rapaz automaticamente seguirem os seus dedos de forma involuntária, enquanto ele abria os botões um a um e revelava seu peitoral largo e pálido. Landon balançou levemente a cabeça para os lados e tentou manter o foco na conversa, ele ficava surpreso sempre que o demônio se referia à Marcos temporais como "demorou apenas alguns séculos" ou "foi quase um milênio". Ainda era um pouco difícil interpretar que aquele homem jovial fosse um dos seres primordiais daquele mundo, que já havia vivido por milênios inteiros. — Qual é a dessas cores? Há dourado e branco em tudo aqui. — O ruivo perguntou, apontando para as roupas do demônio, depois para as suas próprias, depois para as espreguiçadeiras e poltronas.... Não que ele achasse feio ou algo do tipo, era apenas curioso. — São as cores da minha bandeira.— Mamon soltou uma risada rouca e encarou o rapaz com um daqueles sorrisinhos provocantes, fixando seus olhos verdes nos de Landon. — Agora é sua vez, baby. conte-me um pouco sobre você. — Bom... Não há nada de interessante para saber sobre mim. Tenho vinte e dois anos, minha mãe era uma fada, o que me fez herdar o cabelo avermelhado dela e as orelhas pontudas, mas não consigo influenciar a natureza nem nada do tipo, acho que mestiços não conseguem. — Começou, observando ele fechar os olhos e dobrar os braços musculosos para cima, para assim conseguir apoiar a cabeça nos antebraços, e mesmo que ele não estivesse encarando Landon com aquele olhar sobrenatural, ele sabia que o demônio estava ouvindo cada palavra do que ele falasse. — Meu pai morreu quando eu tinha quatorze anos, ele tinha muitas dívidas de jogos, e também por pegar dinheiro emprestado justamente para pagar as primeiras dívidas, e assim que ele morreu, começaram a me perseguir. E foi por isso que tentei invocar Abadom, inicialmente. — Entendi. — Mamon abriu os olhos um pouquinho e olhou para o outro, confirmando levemente com a cabeça. Logos segundos de um confortável silêncio se passam, até que ele continua: — Sei que é bastante importuno agora, mas eu quero beijar você. — O-o que? — gaguejou Landon assim que as palavras se infiltraram no seu cérebro, fazendo aquele arrepio de excitação percorrer seu corpo, enquanto o seu olhar ia automaticamente para os lábios rosados e entreabertos do outro. — É tudo que peço. Um beijo. — Completou Mamon, levantando da espreguiçadeira e sentando na borda da em que o meio-fada estava, de modo com que suas pernas se roçassem levemente. — O-okay. — Landon confirmou, percebendo que também queria provar aquilo. Ele nunca havia sequer beijado alguém antes, e notou que estava ansiando por aquilo desde que havia colocado os olhos em Mamon. O demônio soltou um suspiro, como se não estivesse acreditando na resposta do rapaz. Ele ergueu a mão e agarrou o queixo de Landon de forma firme, porém delicada, fazendo o calor da sua pele irradiar até a do rapaz, que arfou baixinho e inclinou a cabeça levemente para cima, fechando os olhos e permitindo que o outro fizesse aquilo. Mamon soltou um rosnado rouco e agarrou a cintura fina e elegante do rapaz, o puxando para o seu coloco logo em seguida. Landon soltou um gritinho de surpresa e prazer ao sentir os seus p****s nus roçarem um no outro, além de que ele sentia as coxas grossas e poderosas do outro debaixo de si mesmo. Ele engoliu em seco ao perceber que estava sentado diretamente em cima da virilha de Mamon, e que o tecido fino e leve das suas calças o fazia sentir o volume do outro sem problema algum. — Você é intrigante, baby. — Ronronou Mamon, acariciando a cintura desnuda do rapaz com a sua mão quente e grande, em movimentos possessivos e calmos ao mesmo tempo. As mãos de Landon foram para os ombros largos do demônio de maneira quase que involuntária, enquanto ele sentia algo crescer contra a sua b***a, fazendo-o corar absurdamente. Aquela coisa crescia, crescia e crescia, como se não fosse parar mais, se encaixando entre as suas nádegas. Landon gemeu baixinho quando tentou se mexer e procurar outra posição, o que só serviu para criar uma fricção gostosa que enviou tremores pelo seu corpo e fez Mamon trincar os dentes. Soltando um rosnado baixinho, Mamon avançou, completamente sedento, até os pequenos e delicados lábios do rapaz, selando-os em um beijo simples, mas não rapidamente se aprofundou. Landon soltou um gritinho e agarrou a cabeleira sedosa e longa do demônio com as duas mãos, sentindo-o agarrar a sua b***a de forma possessiva e entreabrir os seus lábios com os dele. A boca de Mamon era carnuda e macia, e assim que o beijo se aprofundou e Landon sentiu a língua dele entrar por entre seus lábios, o rapaz não conseguiu deixar de tremer levemente, enrolando o cabelo longo do outro nos punhos. A língua do demônio era absurdamente longa, quente e molhada, e assim que ela se entrelaçou com a sua e começou a brincar com ela, a visão de Landon embaçou e ele gemeu de forma manhosa. O rapaz nunca havia sentindo aquela onda de prazer antes, e Mamon pareceu satisfeito em lhe dar cada vez mais, explorando aquela boquinha perfeita e delicada com sua língua, assim como explorava o corpo do ruivinho com as duas mãos. Os m*****s sensíveis de Landon roçavam contra o peitoral quente e duro do outro, e além disso, o ruivo rebolava de forma quase que involuntária no colo do príncipe infernal, moendo sua b***a contra a ereção gigante e pulsante que havia logo alí. Mamon enfiou as suas mãos dentro daquela calça fina que Landon estava vestindo, agarrando a sua b***a com força. O demônio arregalou os olhos ao sentir aquela b***a redonda e maravilhosa contra as suas palmas, não precisando estar vendo para saber que a pele dourada dali também era repleta de sardas fofas. Mamon massageou a b***a do ruivo com as duas mãos, saboreando a maleabilidade dela e resistindo ao impulso de tocar o anelzinho delicado que havia logo ali com seus dedos, pois isso poderia ser demais para o rapaz, apesar dele está rebolando no seu colo igual um p*****a. Um p*****a que iria ter tudo que merecia logo logo e iria implorar por mais. — A-ah... — Ele gemeu de forma manhosa quando finalmente separaram seus lábios. os olhos azul Turquesa do ruivo estavam completamente nebulosos, e os seus lábios pequenos e delicados estavam entreabertos, pedindo por mais. Ver o seu doce humano completamente desconcertado daquela forma deixou Mamon incrivelmente satisfeito, ainda apertando as nádegas macias do outro e sentindo seu próprio m****o latejar sem parar, implorando por atenção. — S-sua língua... — Gemeu o ruivo, ainda completamente atordoado e envolvendo o pescoço do Príncipe infernal com os braços. — O que tem ela, baby? — Mamon riu e mostrou a língua para o rapaz, que arregalou os olhos, surpreso com aquilo. Ela definitivamente era bem grande e deliciosa. O demônio riu novamente ao imaginar que se o ruivinho estava surpreso com aquilo, iria ficar muito mais quando visse o tamanho e a grossura de... Outras partes. — O trato era por só um beijo. Agora se você quiser mais, vai ter que pegar por conta própria. — Mamon continuou, provocando o outro com as suas mãos. — P-por favor... — Landon implorou, rebolando com ainda mais vigor contra o m****o duro de Mamon, que estava quase furando a calça. O demônio trincou os dentes e ergueu uma das mãos para agarrar os cachos sedosos e avermelhados do humano. Ele estava pretendendo provocar mais um pouco antes de dar para Landon tudo que ele quisesse, mas aquela rebolada e a expressão deliciosa do humano estavam o deixando praticamente maluco. Mamon puxou os cachos lindos do outro e voltou a beijá-lo novamente, com força dessa vez. O beijo era profundo, molhado e um tanto bruto, fazendo Landon arquejar e tremer levemente, enquanto Mamon fodia aquela boquinha deliciosa e brincava com a língua do rapaz, mostrando tudo que aquela língua grande poderia fazer. O nariz longo e reto do maior roçava de forma provocante no de Landon enquanto eles mudavam o ângulo do beijo, tomando tudo que quisessem um do outro, como se fossem morrer se não obtivessem mais. Mamon rosnou quando sentiu Landon chupar a sua língua com força, ainda rebolando para ele devagarinho e moendo os seus corpos juntos. O humano lembrou vagamente que eles ainda estavam na parte de fora da mansão e que poderiam ser vistos à qualquer momento, mas ele sequer se importava com isso, e só queria continuar beijando aquele demônio chato e irritante, que era simplesmente a coisa mais linda que ele já havia visto antes. — Calma aí, baby. Eu não vou à lugar nenhum. — Mamon sussurrou assim que separaram as suas bocas novamente, antes de enterrar o rosto no pescoço do ruivo e começar a chupar e mordiscar a pele sensível que havia ali, puxando os cachos do ruivo para trás e o fazendo inclinar a cabeça, expondo a garganta ainda mais para o príncipe infernal, que chupava aquela pele cheirosa e macia como se sua vida dependesse disso. — A-ah...! — Landon gemia baixinho, motivando o outro continuar mordiscando a sua pele até chegar na sua orelha, brincando com o pequeno nódulo dela e roçando os dentes na parte absurdamente sensível que havia logo ali. O humano estava completamente imerso no calor sobrenatural de Mamon, sentindo cada centímetro do seu corpo musculoso e daquele volume assustador contra si, mas mesmo assim Landon ainda queria mais, queria provar daquele fruto proibido. — Diga o que você quer que eu farei qualquer coisa, Amor. — Mamon sussurrou no seu ouvido, provocando uma série de arrepios pelo corpo de Landon, que fechou os olhos e saboreou a sensação inebriante. — Q-qualquer coisa? — gemeu ele, de forma manhosa, apesar de ter ouvido muito bem. — Isso mesmo, baby, qualquer coisa que você quiser. — Confirmou Mamon, beijando o queixo do rapaz dessa vez, observando o seu rosto delicado repleto de sardas. — Quero você. — O ruivo respondeu, fazendo o sorriso de demônio se alargar ainda mais, enquanto uma das suas mãos ainda estava no cabelo encaracolado de Landon, enquanto a outra ainda agarrava a sua b***a. — Você terá, baby. — Respondeu Mamon, voltando à beijar os lábios delicados do rapaz. Ah, se terá.
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