Constantino chegou com Ryu, que estava amarrado e amordaçado. Ryu estava recebendo o tratamento que um traidor merecia. Dentro das leis da Yakuza, um traidor devia perder os dedos da mão; essa era uma das punições menos severas, para traições pequena, como descumprir uma ordem do oyabun, ou não prestar o devido respeito. Amon estava na porta do seu açougue, em pé, sem camisa, tinha guardado o aparelho auditivo, pois não precisaria dele. Já Enri estava ao lado do sobrinho, segurando uma katana. Os punhos cerrados, e ao ver Ryu ele travou a mandíbula, mas não era hora de perder a cabeça, pois precisava saborear a sensação da morte de Ryu, ou ciumes queimaria dentro dele, e a acabaria maltrando Mori, e não faria isso com ela, sua moça merecia cuidado e amor, e ofereceria isso para ela.

