Nigel e Vick se encontram

2096 Words
Acordei tarde, já era noite e eu precisava de uma bebida forte, eu estava meio em pânico, mas precisava ir até as torres e levar flores, vesti meu vestido vermelho que cobriam os meus joelhos e segui para fora do meu quarto, minha maquiagem estava perfeita, peguei a chave do meu carro e esperei que o motorista abrisse a porta para mim, agradeci e segui o mais próximo de onde ficavam as torres, comprei flores e uma pequena champanhe para comemorar meu aniversário atrasado, ao estacionar, desci e me aproximei tos tapumes, deixei minhas flores junto com outras flores, abri minha champanhe e tomei ali mesmo, algumas pessoas me olhavam desconfiadas, eu chorei silenciosamente, fiz minhas orações para que descansasse em paz, ele precisava me deixar e eu a ele, a minha vida sem ele estava passando mais rápido do que Ash estando aomeu lado. "Eu sabia que iria te encontrar aqui um dia!", escutei a voz de Nigel, mas não o olhei. Soltei uma risada sarcástica, "Obrigado por ter ido me visitar!". Nigel bufou e deu as costas para o local, mas ficou em uma posição que eu poderia vê-lo, ele quicava um dos calcanhares do sapato e no chão, parecia chateado tanto quanto eu, fazia bico e procurando uma resposta, aí que minhas lágrimas rolaram mesmo, ele me olhou e levou os braços para me abraçar, eu me esquivei. "Eu não quero ser tocada, não quero que me olhe e nem que dirija a palavra a mim Nigel!", eu o olhei com raiva, a dor se instalou em seus olhos, vi lágrimas encheremos dele, mas eu estava magoada, "Quando eu mais precisei de você... Você me deu as costas e foi para seu resort, então faça bom proveito com ele!". Dei as costas para ir embora. "Eu vou me casar Victória!", ele disse alto. O olhei sobre os ombros, eu senti uma dor enorme, "Felicidades Nigel, mas não me mande o convite... Eu não vou aparecer!", segui meu caminho para o carro, ainda tive tempo de ver Nigel vir a traz de mim, eu precisava fugir dele, eu não estava preparada para recuar, eu não tinha coragem de enfrentar todos da minha família por causa dele e eu tinha ficado viúva a poucos meses, não tinha como entrar em outro relacionamento, ainda tão perturbado como o nosso, era assim que eu via agora, perturbador, seria uma percepção da família e brigas constantes, e eu precisava de paz. Entrei no hotel depois de deixar a chave com o motorista para guarda-lo, não iria mais usar e fui direto para o bar, meu vestido tinha uma fenda na perna direita e quando me sentei a fenda revelou minha perna, passei quase duas horas dispensando companhias indesejáveis, eu só queria beber e lidar com minhas magoas, a imagem de Nigel não saia da minha cabeça e nem a voz dele, agora iria se casar, era tudo que ele queria, me ver sofrer, e eu como sempre não dou o braço a torcer e não admito que se aproxime de mim, por um lado o acusava em pensamentos por ter perdido Ash, era um pecado que eu estava pagando com a morte e a dor de perder Ash. O que me deixou mais chateada ainda foi dele estar indo todos os dias no local justamente para me contar que vai se casar, ele realmente queria me magoar, ele queria me ver arrastando por ele, eu já estava no terceiro Bourbon, bebida forte e amarga, mas eu estava dando conta. "Jimmy!... Me vê uma doze de Uísque, por favor?", disse um homem elegante e de terno preto ao meu lado, eu não olhei para ele, mas o vi pelo espelho, seu perfume era igual a de Ash, eu inspirei e fechei os olhos e dei mais um gole na minha bebida e agarrei o copo com força. "Bebida forte que está tomando!... Você combina mais com uma champanhe!", disse ele se apoiando no balcão e me olhando, o olhei pelo espelho, ele recebeu o copo de Uísque com bastante pedra de gelo. Ri, eu já estava alta, mas não bêbada, "E que bebida para fracos... Ainda mais com tanto de pedra de gelo que tem, está pagando mais pelos gelos do que pela bebida!". Ele olhou para o copo e os gelos fizeram barulho e ele riu comigo, eu dei um gole no meu Bourbon e respirei fundo, aquele perfume estava me deixando louca. "Você tem razão!", ele colocou o copo no balcão, "Jimmy... Sem pedra de gelo!". Eu ri mais ainda, meu cabelo estava preso com uma presilha que tinha dentro da bolsa, ao baixar a cabeça minha nuca ficou em evidencia, ele suspirou e pegou o uísque e levou a boca e fez uma careta, eu cai na gargalhada, mas em nenhum momento o olhei, eu não queria olhar para ele diretamente, não queria cair em tentação só por causa de seu perfume que era um: "Hugo Boss legitimo!", disse em um sussurro. Ele percebeu que estava olhando para ele pelo espelho, mesmo com tantas garrafas na frente, dava para ver como ele era, mas tinha algo nele familiar, talvez seus olhos azuis, mas o que não me agradava era aquela barba grande e seu cabelo liso e preso em um rabo de cavalo masculino, mas em forma em geral ele era divino, ele parou e olhou para o espelho e me olhou e sorriu. "Você parece um anjo que caiu do céu e está perdida por aí, e não sabe como voltar para lá!". Eu o olhei de lado, seus olhos azuis encontraram os meus. "Nossa!... Você é a garota do aeroporto!", ele apontou para mim com o copo de uísque na mão, "Eu nunca consegui esquecer seu rosto, seu olhos verdes grandes e marcantes!". Inspirei seu perfume novamente e me ergui no banquinho e girei para ele, eu queria reconhecê-lo, minhas vistas estavam turvas, mas seus olhos eram igual ao de Ash, minha emoção estourou e eu o agarrei ali mesmo e o beijei com vontade, ele respondeu ao meu beijo e me abraçou com força á minha nuca, deixamos os nossos copos sobre o balcão e ele me levou as pressas pela cozinha e entramos em um elevador privativo. "Em que andar você está?". "vigésimo!", respondi ofegante, a porta se abriu e caímos para dentro, ele me puxou com violência para ele e ficamos atracados no fundo do elevador, ele me beijava com paixão e desejo e suas mãos apertavam meus seios e minha bunda e gemia e se esfregava em mim, minha presilha simplesmente sumiu do meu cabelo, ele atendeu ao celular que vibrou no bolso, mas não respondeu nada, só tentava não ofegar, desligou e voltou a me beijar. Descemos no meu andar e sem dizer nada ele me levou a porta do meu quarto e lhe dei o cartão e entramos, ele fechou a porta com o pé e nossas roupas foram sendo jogadas, eu me despi mais rápido, puxei o edredom de cima da cama e joguei no chão e me deitei e assisti ele terminar de tirar a roupa, em nenhum momento perguntei seu nome, e talvez eu nem quisesse saber, eu só queria uma trepada sacana e com muita força e ele parecia ser o homem ideal para isso, seu pau era grosso, eu me deliciei com a visão, lambi os lábios e ele subiu na cama e eu caí de boca quando ele montou sobre mim, ainda deitada, ele fodeu minha boca e eu chupei ele com vontade, suas mãos agarravam meus cabelos e eu tinha toda a visão de seu corpo maculo, forte e muito bem delineado como de um lutador profissional, parecido muito com Nigel, depois de se sentir satisfeito com a minha chupada, ele puxou duas camisinhas do bolso da calça, enfiou no seu pau grosso e se deitou sobre mim, sugando meus mamilos e acariciando meu corpo, ele não me chupou e meteu dentro de mim com força, gritei agarrando em seus braços e joguei minha cabeça para traz, eu o apertei com violência, eu estava com um tesão danado e era tudo que eu queria, ele rugiu como um leão e meteu forte dentro de mim, eu estava completamente apertada com meu orgasmo na primeira estocada, ele mal conseguia se movimentar dentro de mim, sua pele estava vermelha do esforço que fazia para não gozar, ele rosnava no meu ouvido, eu gritei de prazer, eu via Ash nos meus braços, as lágrimas desceram dos meus olhos, eu queria gritar por ele, eu queria gozar para ele como estava gozando, enterrei minhas unhas em sua carne, ele grunhiu com a dor e gozou comigo arfando entre os dentes e metendo forte, depois desabou ao meu lado, completamente exausto, seu peito subia e descia com violência, estávamos suados e ofegantes, ficamos em silêncio por um bom tempo, olhando para nós pelo espelho do teto. "Você é casada!?". "Não!... Viúva!",disse fechando os olhos, mas me virei para ele e apoiei o cotovelo no colchão e apoiei minha cabeça na mão."Eu só não consegui me livrar da aliança, mas isso tem que ser gradual!". Ele me olhou, eu comecei a acariciar seu peito liso, "Sim!... Sinto muito por sua perda, mas pelo jeito você não transa a muito tempo!". "Andei dando uns pegas no meu psicólogo!". Demos risadas. "Você é bem humorada!... Gostei de você!", ele tocou a ponta do meu nariz, "Só não gostei que me chamou de fraco, mas eu acho que te mostrei que não sou tão fraco assim!". "Duvido que beba tanto quanto eu!", disse me deitando sobre ele, beijei sua boca, "E transe comigo até de manhã!", eu estava no meu quinto copo de Bourbon!". "Da para sentir o cheiro!", ele enfiou o nariz na minha boca e depois me beijou e segurou nos meus cabelos, "Fique de quatro para mim meu anjo!". "Minha nossa!" aquelas palavras foram como ouvir Ash pedindo, eu sai de cima dele e ele já estava pronto para me comer, "Espero que tenha mais camisinhas". "Não se preocupe, eu sou o dono deste hotel e posso conseguir quantas camisinhas eu quiser!", ele rasgou o outro envelopinho e cobriu seu pau, e meteu dentro de mim quando fiquei de quatro, ele segurou meu cabelo, eu era a sua puta e ele se deliciou comigo, metendo forte e desta vez ele só gozou depois da terceira vez que gozei, ele metia gostoso rebolando dentro de mim e dizendo pornografias e batia com vontade na minha bunda, ele era um animal para trepar. Mais uma vez caímos na cama, satisfeitos e acabei cochilando agarrada ao seu peito, eu dormi gostoso pela primeira vez desde que Ash partiu, era como estar em seus braços, o seu perfume me acalmava. Acordei com beijos desferidos pelo meu corpo, chamei Ash bem baixinho, e girei sem abrir os olhos, e ele se encaixou em mim lentamente e me penetrou com carinho, escorregando para dentro de mim devagar, eu gemi e abri a boca e ele me beijou carinhosamente, suas mãos passearam pelo meu corpo, ele era alto assim como Ash e passava de mim, seus movimentos eram lentos e profundos, eu mantive meus olhos fechados e me deliciei em seus braços. "Ah Ash!... Que saudades de você meu Amor!", o beijei novamente, "Adoro quando faz amor comigo assim!... Ahhhhhhhhhhhhhhhhh". Minhas lágrimas voltaram a correr, ele limpou com os polegares, ele me olhava e me via chorar, e achei lindo da parte daquele homem me comer e deixar que eu o chamasse por meu falecido, ele me beijou novamente, "Shhhhhhhhh!... Tudo bem!". Ele acariciou meus cabelos e acelerou, eu comecei a arfar e senti as primeiras contrações do meu ventre e explodi a sua volta e gemia alto e o apertava nos meus braços, eu joguei a cabeça para traz e deixei que metesse dentro de mim, eu o ordenhava, meu orgasmo era delicioso, eu quase perdi o ar e ele gozou comigo novamente, eu senti seus espasmos dentro de mim , mas não senti que jorrava seu liquido por causa da camisinha que acabou vazando e me molhando, eu fiquei melada pelo lado de fora e adorei aquilo, acabei dormindo novamente depois de ele sair de dentro de mim. Acordei no dia seguinte com uma rosa vermelha bordo no meu travesseiro e um bilhete, que peguei nas mãos e li. Obrigada pela noite maravilhosa de puro orgasmo, você é uma delicia e espero que venha mais vezes ao meu hotel, queria te ver outra vez! Um beijo de seu amante (o sósia) Ash.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD