Com a morte de seu pai e avô, Marina assumiu os negócios da família, fez faculdade de administração, expandiu e ainda criou uma marca própria de roupas. Sua mãe, não queria a vida da filha divulgada nas redes sociais, preferia o sigilo, aos 21 anos, tornou-se uma mulher de garra e prestígio.
Ia a São Paulo constantemente, passava uma temporada na casa de sua madrinha, e seu filho Arthur era um companheiro para todas as horas. A jovem tinga total confiança em seu amigo colorido.
Eles tinham uma linda conexão, só que Marina havia recusando diversas vezes seu pedido de casamento, para ela o amor era algo limitado a quatro paredes, um beijo e tchau.
Além do mais, ele era advogado de suas empresas, sua madrinha já de idade e aposentada, passava a maior parte do tempo, cuidado voluntariamente do Orfanato, uma vê na vida outra na morte se aventurava a viajar com eles.
Seu avô lhe deixou muito dinheiro e ela com muito empenho conseguiu quadruplicar o valor.
Ela era uma pessoa bastante alegre, seu mundo foi feito com perdas, escolhas e desafios. Sua mãe terminou de lhe criar, dando para ela todo o conforto e carinho, seu avô e seu pai, embora fossem cabeças duras e extremamente diferentes, se completavam, mas sentia falta de alguém, e esse sentimento era inexplicável. Dos muitos imóveis deixados um chalé na praia de Maragogi, importante cartão postal do Estado, recebia visitas de todas as partes do mundo, quando queria fugir da agitação do mercado imobiliária e de pressões por parte de acionistas m*l intencionadas, era lá que se refugiava.