FERNANDA NARRANDO Acordei e Vitor não estava mais na cama. Fiz minha rotina matinal e desci para o café da manhã. Desde que casamos, Dona Viviane mandou uma empregada para cuidar da casa. — Bom dia, Helena. — Bom dia, Patroa. Ela me serviu o café da manhã. Hoje estou conseguindo comer, só não sei até que horas. Do nada, o bebê muda de humor; este é bipolar igual ao pai. Depois do café, chamei Eni e fomos ao postinho marcar a primeira consulta. Vitor já tinha falado que eu não precisava marcar, é só chegar que o médico me atende, mas eu não quero esse tipo de privilégio. Não quero passar por cima dos moradores. Peguei a chave de um dos carros de Vitor. Assim que entramos no carro e dei a partida no motor, um vapor apareceu bem na janela do motorista, segurando aquelas armas enormes co

