— Pamela.— Blake grita, sua voz abafada alta, mesmo debaixo d’água. Eu me levanto, enxugando meu rosto e a vejo de pé sobre a banheira.
— Jesus Blake. O quê? Aconteceu alguma coisa?
— Ele me mandou uma mensagem... ele quer sair amanhã à noite. Tudo bem se eu levá-lo para a festa? Eu sei que fizemos planos para sairmos juntos...— Ela dispara rapidamente, sem pausas.
— Quem te mandou mensagem? O cara do restaurante?— Ela balança a cabeça, seu lábio preso em seus dentes disfarçando sua excitação.
— Está tudo bem Blake. Marcel estará aqui amanhã. Eu posso ficar com ele esta noite.— cara eu acabei de gozar pensando no homem que a minha amiga está pegando, o que aconteceu comigo?
— Obrigada.— Ela grita e sai correndo tão rápido quanto entrou. Ela está tão absorta no texto que ela não ouviu ou não se importa que Marcel esteja chegando. Respirando fundo, deslizei sob as bolhas novamente.
E por mais que eu pense o quão sujo e indecente isso é, meus dedos deslizam sobre as terminações nervosas do meu ponto de prazer e eu penso nos olhos cinzentos o chupando como uma fruta madura. Inclinou meus quadris para a frente e fecho os olhos, pensando nos dedos dele, enfio os meus, minha b****a é quente e pulsa em meus dedos.
E ao pensar nele ainda, sinto que não estou satisfeita.
Vou para o meu quarto, pegar meu vibrador e acabar com aquilo.
Olhos cinzentos não são para mim.
POV Clarke
Pela segunda noite consecutiva, a caminhonete de Jefferson está estacionada no Star Bulldyng quando voltei para casa do trabalho. O que diabos ele quer esta noite? Meu humor já azedo dá um mergulho mais profundo.
Durante todo o dia eu estive sentado em minha mesa consumido com pensamentos da Sra. Pamela Steve. Foi uma má ideia assistir ao filme dela. Agora tudo o que vejo são aqueles lábios angelicais beijando seu p*u de uma co-estrela. Eu nunca fui muito de beijar, preferindo sexo sem emoção e sem rosto. Eu vou fodê-los por trás ou dobrá-los às cegas. Beijar, bem, beijar parece mais pessoal, mais íntimo. A i********e evoca emoções. Emoções não são minha praia. Eu raramente beijei qualquer uma das minhas subs na boca. Outras partes do corpo sim, mas muito, muito raramente a boca. Eu nunca fui tão cativado com uma boca como estou com a da Sra. Steve. É inquietante. Eu me sinto... impotente.
— Clarke.— Jefferson me cumprimenta com carinho. Eu olho para ele e passo direto por ele para o meu quarto. Levo meu tempo trocando, tirando meu terno e colocando uma camiseta de marinheiro azul marinho e jeans.
— O que há que você tá com essa cara aqui?— Ele zomba quando eu finalmente ressurgir.
— O que você quer Jefferson?— Abro a geladeira e pego o jantar que Scarlett me preparou. Eu enrosco o papel alumínio que o cobre e jogo no lixo, em seguida, coloco o prato no micro-ondas. Taylor levou Scarlett a Portland para visitar sua irmã à noite, então estou sozinho com ele — Eu... hum, bem, eu estou tentando jantar um pouco, caso você não esteja vendo. E você o que faz na minha casa
Eu olho para ele, ele quase parece sério. Eu caí na risada
— Quero dizer, o que você realmente está fazendo aqui?— Eu rio. Minha primeira emoção real para o dia.
— Eu estou vou encontrar uma garota aqui, daqui a pouco.— Ele repete inexpressivo.
— p***a, você está louco!— Eu grito — Encontre-a em sua própria casa!
— Irmão, por favor.— Ele junta as mãos, implorando — Eu quero impressioná-la, ela não é como as outras mulheres que conheci.
— Mais uma vez, o que há de errado com sua própria casa? Melhor ainda, seja um cavalheiro e vá buscá-la.
— Eu não poderia estar limpando e não posso ir ao apartamento dela. Ela mora perto de você, então imaginei que poderia encontrá-la aqui.
— Eu não quero ouvir isso, Jefferson. A resposta é não. Por que você não pode ficar na casa dela? Pelo amor de Deus, Jefferson. Ela tem 18 anos e mora em casa com os pais?
— Não, ela não diria.— Ele dá de ombros.
— Você perdeu a p***a da sua mente? Você está bêbado? Fumando algo engraçado? Quem é essa mulher? O que faz você pensar que eu ficaria bem se você trouxesse algo aleatório para o meu apartamento?— Faço perguntas para ele rapidamente. Isto é ridículo. O que deu nele? Eu m*l deixo minha família aqui e agora ele está agindo como se fosse uma p***a de uma queda no centro.
— Eu quero impressioná-la. Nada é tão impressionante quanto o apartamento de Clarke Johnson.
— Se você acha que precisa de mim para impressionar seu encontro, ela não vale a pena namorar.— Eu assobio.
— Por favor, irmão.— Ele cai de joelhos e cruza as mãos.
— Pelo amor de Deus Jefferson, saia da p***a do chão. Tudo bem. Mas você não está dando a ela meus códigos de alarme, entenda. Reynolds pode acompanhá-la.— Eu olho para ele.
— Eu aceito isso.— Ele sobe a seus pés — Posso dormir aqui esta noite?
PAMELA POV
— Jefferson Johnson.— Atticus coloca uma pasta na mesa de centro — Proprietário da construção Johnson, vem de uma das famílias mais ricas de Seattle. Playboy. Garotas. Mulherengo em série.— Lucas sorri.
— Jogo feito no céu então.— Eu rio, mas por dentro meu coração cai. O Adonis é um homem sem coração e só usa as mulheres. Não que eu fosse furar os olhos de Blake de qualquer maneira.
— Ei.— Blake adverte e pega a pasta — Eu não sou tão r**m assim.
Eu inclino minha cabeça e estou prestes a dizer algo espirituoso, mas Marcel me bate no soco.
— Não, você é a Virgem Maria.— Ele insulta sarcasticamente.
— Falando em virgens...— eu coloco minha cabeça de volta para ela, forçando sua boca a fechar. Meus olhos se estreitando.
— É melhor eu me preparar. Vou encontrá-lo mais cedo.—l
— NDA. Quero assinado antes. Sem assinatura, sem entrada.— Atticus aponta para Blake então se vira bruscamente e sai. Blake mostra a língua nas costas dele.
— Eu te vejo lá.— Eu grito com ela enquanto ela corre para seu quarto — Com fome?— pergunto a Marcel.