No ano de 1943, americanos e j*******s (apoiados pelos sul coreanos) chegaram ao Kiribati para travarem a conhecida Batalha de Tarawa. Tarawa é o nome da cidade atol principal de todo o Kiribati e, também, a capital do país. A cidade é um lindo paraíso com seus imensos bancos de areia no meio do Pacífico.
Naquele ano, as tropas americanas chegaram primeiro. Isso não significa que os j*******s chegaram ao Kiribati depois. O fato é que para aquele evento específico dentro da Segunda Guerra Mundial os americanos saíram na frente.
Tempo suficiente para encher os atóis com cerca de trinta e cinco mil soldados, dentre estes, dezoito mil eram fuzileiros.
Entre os fuzileiros, estava Allan Smith, comandante da tropa dos fuzileiros norte-americanos.
Chegaram aos atóis no ano de 1943, no mês de junho. Ficariam por ali controlando o Pacífico, na parte norte.
A importância de Kiribati é por muitos ignorada, mas a sua proximidade com o Hawaii é assustadora!
Qualquer descuido americano permitiria o inimigo (j*******s) adentrarem seu território. Não foi à toa que Spruance (da marinha) e Smith (do exército) escolheram o local.
Um ponto estratégico! Era importante defender o Hawaii, assim como o Alaska estava sendo defendido contra os russos.
— Atenção! Quero todos vocês na nossa base. Mas, quero que saibam que a nossa chegada antes de qualquer fuzileiro inimigo é para marcar o território. — Spruance dava as ordens a todos aqueles homens. A proposta era ótima. Imperdiriam a chegada do inimigo aos nativos.
A estratégia norte-americana adotada por Spruance e Turner da marinha juntamente com Smith e Edson do exército foi um fator culminante para o desfecho da Segunda Guerra Mundial no Kiribati.
Eles ficariam na base em Tarawa (a capital do país), tentando contato com os nativos. Tentariam usar o inglês, mesmo sabendo que eles não sabiam falar.
— Será que eles nos entendem? — Indagou Edson.
— Não sei, cara. Acho que é melhor gesticular. Mas que diacho de língua é falada aqui? — Smith não sabia qual era o idioma local.
O gilbertês é a língua oficial do Kiribati. O nome é uma transliteração do nome do desbravador Gilbert para a língua nativa.
O Japão exerceu forte influência nesses atóis como em muitas outras ilhas do Pacífico, inclusive Palau. Por isso, alguns nativos sabiam falar a língua do inimigo.
Isso colocava os americanos em certa desvantagem. Mas, a estratégia dos comandantes parece que foi boa.
Logo no primeiro mês, alguns soldados comseguiram deixar a base e interagir com nativos, sendo recebidos em suas residências.
Allan Smith conheceu a família Tatake. Ali ele ficaria enquanto estivesse defendendo seu exército na guerra.
Todo o tempo ficava à disposição do exército americano, indo dormir e fazer suas refeições junto à família que o acolheu.
Era uma família pequena para os padrões do Kiribati daquela época. Pai, mãe e um menino e uma moça. Saainwa Tatake.
Uma linda moça de pele morena, cabelos longos e lisos na cor preta, assim como seus olhos. Sempre sorrindo e tímida.
Todas as vezes que Allan Smith, esse jovem combatente forte, alto de cabelos lisos e loiros, olhos verdes, com vinte e três anos de idade, ia tomar suas refeições, Saainwa o olhava e ria.
Ele nada entendia, mas sentia que ela o olhava diferente.
Ela estava gostando da companhia do combatente americano, mesmo não sabendo lhe direcionar sequer uma palavra na língua inglesa.