Acordei com a luz da manhã entrando pelas frestas da cortina. Coloquei o travesseiro ni meu rosto, resmungando que não deixei as janelas em blackout. Criando coragem me sentei na cama, deixando o cobertor cair para o lado, enquanto um suspiro pesado e longo deixava meu peito. O peso do dia anterior ainda estava comigo, impregnado como se fosse parte de mim. Meus pensamentos, inevitavelmente, voltaram para Rubens. Para tudo o que ele despertava em mim. Antes que eu pudesse afundar completamente nas memórias daquela noite, ouvi uma batida leve na porta e, em seguida, Charlotte entrou. Com seu sorriso familiar e um olhar atento, ela fechou a porta atrás de si. — Bom dia, dorminhoca — disse, cruzando os braços enquanto se recostava na parede. — Achei que você já estaria de pé, considerando..

