Capítulo 4 - 2

1141 Words
Ela voltou para fora. "Você promete me deixar voltar esta noite?" "Você tem a minha palavra. Acabei de desligar o telefone e meu voo partirá daqui a algumas horas, então precisarei estar no aeroporto em pouco tempo". Ele estendeu a mão. "Vamos parar de perder mais tempo. Você passará o resto da semana com seus avós. No entanto, no sábado à noite, estarei em casa, e nós voltaremos para casa e resolveremos qualquer coisa que não tenhamos resolvido esta noite antes de dormirmos no sábado. Está entendido?" Ela colocou a mão na dele. "Claro, Alessandro". Ela não perguntou onde jantariam, e quando a limusine parou ao lado do hotel Gallia, ela olhou para sua blusa rosa pálida e calça jeans desbotada. "Alessandro. Não estou vestida para isso". "Pediremos serviço de quarto". Suas palavras lhe enviaram um arrepio pela espinha, e ela teve vontade de sair gritando pela rua sabendo muito bem que comida era a última coisa em sua mente. Aterrorizada, ela estava como um robô quando ele entrou no hotel pela recepção e caminhou diretamente para o elevador. Um concierge os encontrou no elevador e os escoltou até a suíte que Alessandro obviamente havia providenciado enquanto ela estava com seus avós no quarto. Ela torcia nervosamente as mãos na frente dela ao observar a opulência do quarto. Ela viu quando ele fechou a porta atrás do concierge e então se virou para encará-la. O nó em sua garganta cresceu enormemente e ela considerou que pudesse sufocar. Ela rezou por isso. "Agora," ele desfez os botões de punho em seus pulsos e jogou-os descuidadamente em uma cômoda depois de jogar seu casaco sobre uma cadeira. "Quando eu te vi na rua você estava furiosa. Há meia hora, tive a impressão distinta de que teria recebido uma dança sensual de você se sua avó não estivesse na limusine conosco, e agora você está extremamente nervosa. O que está acontecendo?" "Estou com medo." Ela não estava mentindo. Ela estava completamente apavorada. Quanto mais camadas ele removia, mais calor ela sentia, e era injusto. "Por que agora, Mackenna?" A maneira como ele pronunciava seu nome sempre a fazia sorrir, e ele viu seus lábios se curvarem. "Você já está pronta para me provocar novamente?" "Alguns hábitos são difíceis de morrer." Ela se mexia de um pé para o outro. "Responda à pergunta." Ele disse de repente, com os lábios apertados. "Me diga por que você voltou agora". "Eu quero deixar para trás essa bagunça feia de uma vez por todas." Mackenna percebeu que lidar com meias-verdades não era tão difícil quanto ela pensava que seria. "Você não sentiu essa necessidade um mês atrás, um ano atrás, no dia seguinte em que você fugiu de mim?" Ela desviou o olhar então. "Minha mãe tinha a minha idade quando eu nasci. Ela tinha vinte e cinco anos. Sempre pensei que seria como ela, tendo meu primeiro filho agora." Ela não estava mentindo. "Você está pronta para ter uma família?" Isso o surpreendeu. Eles já haviam discutido sobre ter filhos antes, e ela havia hesitado. "Meus pais morreram jovens, e eu me preocupo se algo acontecesse comigo, eu não quero ter vivido em vão. Eu trabalho muito duro e quero ter um filho." Ficava cada vez mais fácil contar a verdade para ele sem revelar que ela não tinha planos de compartilhar nada disso com ele. "Qualquer que seja a razão, estou feliz que você tenha voltado para casa." Ele fez um sinal para a cama. "Sente-se." "Não posso sentar em uma cadeira?" Ela começou a se dirigir à poltrona estofada, mas ele a interrompeu. "Mackenna, faz quase cinco anos desde que eu não faço amor com minha esposa." Em seu discurso, ele não percebeu como a cor sumiu do rosto dela, e ela segurou a parede para se apoiar. "Agora, não quero te apressar nem nada, mas tenho um voo saindo em breve. Nas próximas três semanas, estarei muito ocupado e terei apenas um pouco de tempo para passar com você, mas estou trabalhando para me livrar de compromissos para que possamos passar algumas semanas de férias juntos". Sua camisa seguiu o casaco. Que considerado da parte dele marcá-la em sua agenda quando ele estava tentando salvar o casamento deles, ela pensou com maldade. "Alessandro. Ao contrário de você, eu não posso simplesmente ficar nua e estar pronta para fazer amor." "Você quer romance? Algumas velas, música suave e vinho?" Ele perguntou com os olhos revirados. "Eu vou te dar todas essas coisas em cerca de trinta minutos. Por agora, eu tenho necessidades." Ele a levantou nos braços e riu da expressão indignada dela. Ele a beijou com força na boca. "Necessidades?" Ela exigiu enquanto arrancava os lábios dele do beijo punidor. "Não, Alessandro." Ele a deitou no meio da cama e a prendeu ali, sentando sobre os quadris dela, e a sensação de sua virilidade pesada descansando contra seu p***s era muito real para que ela pudesse ignorar, e ela torceu a cintura para se afastar dele, mas só serviu para tocá-los de maneira mais íntima, e ela mordeu o lábio com as sensações que se agitavam em seu abdômen. Ela podia sentir seu colo do útero se contraindo em antecipação e quase gritou com uma frustração s****l repentinamente muito real e intensa. Sua mão escorregou entre eles e esfregou o ponto sensível oculto pelo tecido jeans. Um gemido baixo ficou preso em sua garganta e quando a outra mão dele deslizou sob sua blusa e beliscou o mamilo endurecendo contra sua mão, o som escapou de seus pulmões. Ela fechou os olhos contra as sensações e lutou contra elas. "Alessandro, por favor pare. Você disse que iríamos conversar, e eu acreditei em você. Eu não quero fazer sexo." "Sim, você quer." Ele ergueu as sobrancelhas escuras com surpresa diante de suas palavras. "Seus quadris estão se mexendo debaixo de mim." "Tudo bem, meu corpo quer f********o, mas eu não quero. Minha mente está me dizendo que isso não é uma boa coisa. Não podemos simplesmente cair na cama depois de todo esse tempo." Ele suspirou alto como se estivesse discutindo assuntos importantes com um i*****l. "Nós somos casados, e podemos definitivamente cair na cama. Você foi quem fez um escândalo e fugiu de casa como uma adolescente mimada." Ele balançou a cabeça. "Meu avô disse que te dei muita liberdade." A fúria a queimava como um ferro em brasa, e ela deu um empurrão forte, derrubando-o de cima dela. "Seu insensível i****a! Seu avô é um arrogante e pomposo que trata sua avó como uma cidadã de segunda classe. Seu próprio pai diz isso! E você sabe o quê? Você é igualzinho a ele. Você se parece com ele e age como ele, e bem poderia ser o sósia dele, porque você é uma desculpa patética para um marido, assim como ele é."
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD