Eu tinha que admirar a genialidade de alguém que literalmente cozinhou a inveja e a vingança por anos e anos a fio para finalmente tentar acabar com a raça da amiga que era chamada de irmã! Coisa mais triste que isso não pode ter. Esses padrões eram geniais até para mim, que vivia em meio a uma corda bamba entre a minha família e a mente criminosa que nos envolve feito uma cortina imunda de fumaça. Laura permanecia absorta, completamente presa aquele fato que para ela parecia tão inacreditável. Eu nem sabia o que ela ia falar depois de tudo, então só fiquei observando, tentando pensar em uma forma de deixa-la um pouquinho menos triste. - Laura... minha vida, você está bem?! - eu a puxei ela para mais perto de mim. - Não estou Victor, não estou bem! Eu não consigo entender o motivo

