Julian Subi-a nos meus braços novamente para o quarto, sentindo o seu peso leve contra o meu peito. Deitei-a na cama suavemente, como se fosse a mais delicada das porcelanas, e comecei a beijá-la, introduzindo a minha mão sob a camisa que ela usava. Era a única coisa que ela vestia, e o conhecimento dessa intim*idade me enchia de uma excitação que percorria o meu corpo novamente para aquecê-la. Nos olhamos nos olhos, ficando assim por longos segundos. No seu olhar, eu podia ler mil emoções: amor, desejo, mas também certa tristeza, uma sombra de preocupação que a visita da minha mãe havia semeado. — Nada jamais pode ser perfeito, não é? Ela declarou com um suspiro. Entendi imediatamente que ela se referia à minha mãe, à tensão que a presença dela havia provocado no nosso momento de feli

