Capítulo - II

3255 Words
Quinta-feira, 20 de Março,  Big Brother Brasil - RJ Meia hora tinha se passado desde de que cada um se deitou. Uma minoria conseguiu dormir enquanto o restante se dividia entre fechar os olhos e tentar dormir - falhando miseravelmente - enquanto a outra parte permanecia acordada atenta a qualquer sinal que pudesse aparecer. No quarto Cordel, Rodolfo dormia sereno do lado esquerdo da cama de casal enquanto Caio permanecia sentado encarando a porta com uma feição pensativa. Gilberto se mantinha imóvel na mesma posição de antes. Não conseguiu fechar os olhos um segundo sequer. Apenas lhe restava aguardar como os outros colegas. Na cama do lado, Sarah ainda estava sentada no canto da cama enquanto Juliette estava deitada na beirada. O edredom cobre seu corpo até a altura dos s***s. Seus braços estavam repousados sobre sua barriga enquanto ela brincava com seus dedos. :- Sarah? - a morena chamou baixo mas de forma que a loira escutasse - Tá acordada? :- Estou. - ela responde no mesmo tom. :- Está com medo? Silêncio. Sem resposta, Juliette se ajeita deitando de lado para que pudesse encarar a mulher. A penumbra do quarto iluminado apenas por um abajur aceso, intensificava o olhar caramelo sobre ela. :- Não sei. - responde por fim - E você? Não houve uma resposta, apenas um acenar de cabeça em confirmação. :- Eu também estou. - Gilberto se pronuncia. O homem agora estava deitado com o tronco virado para as amigas. Seu olhar transparecia o medo e a preocupação. Juliette virou de frente para o amigo e estendeu o braço sobre o criado mudo e ele a imitou. Ele segurava firmemente a mão da mulher enquanto a mesma lhe lançava o sorriso mais acolhedor que conseguia, apesar de seus sentimentos. Aquela troca de afetos parecia algo simples mas que para eles significava muito. Enquanto isso, por baixo do edredom, a mão livre da paraibana procurava pela mão da loira sobre o colchão, ao encontrar, Sarah a segurou de forma firme e em um segundo momento entrelaçou seus dedos. O suspiro que saiu de ambas foi simultâneo. Naquele simples gesto elas se confortaram. Os três permaneceram assim, se apoiando e unidos pelos próximos minutos, mas apenas por poucos minutos.   O silêncio ensurdecedor da casa logo foi violado. Um estrondo veio do lado de fora dos muros fazendo os Brothers ficarem alertas. Em seguida, gritos abafados vinham por de trás das paredes. No quarto colorido os barulhos eram mais intensos. Camila que estava na cama do canto sentiu algo arranhar a parede do quarto e na sequência algo que se assemelha a um rosnado. Todos no quarto estavam apavorados. No quarto Cordel, após o estrondo todos se assustaram. Rodolfo finalmente acordou e foi até a porta verificar o que tinha acontecido, voltando logo em seguida ao ouvir gritos vindos da dispensa. Juliette se sentou na cama no mesmo instante, seu coração estava disparado. Gilberto em segundos pulou para a cama de Sarah ficando ao seu lado, mais alguns segundos e ele se fundiria a ela. Outro estrondo. Caio e Rodolfo se afastaram da porta e caminharam para próximo da cama de Sarah se mantendo ali. Todos encaravam a porta apreensivos. Rodolfo e Caio tinham as muletas de Caio em punho prontos para usá-las caso necessário. Outro estrondo Mais um grito abafado Juliette se agarrou ao corpo de Sarah escondendo seu rosto em seu pescoço. A morena tremia e seu coração batia tão forte que a loira conseguia sentir. Sarah apertou a mulher trazendo-a para si com um dos braços, queria lhe passar segurança, mesmo que ela mesma não sentisse. Com a outra mão agarrou Gil buscando acalmá-lo.   No quarto colorido, o pavor era palpável. Algo bateu na parede pelo lado de fora causando um barulho forte dentro do quarto. Thaís e Vitória gritaram e no mesmo instante foi possível ouvir um rosnado. :- Shiiii, meninas por favor não gritem. - Pocah se aproxima das duas e as conforta. Ela tentava manter a calma mas a lágrima que escorria em seu rosto denunciava seu temor. Camila sai de sua cama e se aproxima de João e Carla na cama de casal. Arthur estava de pé na beira da cama vigiando a porta do quarto. Mais uma batida na parede e um grito de Carla foi ouvido. Naquele momento os rosnados cessaram. Todos ficaram atentos. Thaís encarou um dos vidros escuros do quarto, os olhos semicerrados tentavam visualizar o que tinha por trás do vidro fosco. :- Gente - a voz trêmula da mais nova cortou o silêncio do quarto atraindo a atenção dos outros. - O que é aquilo? A mulher aponta na direção do vidro e ao focarem puderam visualizar dois círculos amarelos que faiscavam em sua direção. Aos poucos puderam visualizar uma silhueta humana. Seja o que for aquilo, estava os observando. :- Meu Deus, o que é isso? - Fiuk se pronuncia pasmo com o que via através do vidro. A figura começou a se mover. Seus movimentos se tornaram agressivos. O ser tentava insistentemente arranhar a parede e o vidro tentando romper aquela barreira que o impedia que alcançar seus alvos. Mais rosnados raivosos foram ouvidos. :- Vamos para o outro quarto? - Pocah sussurra de forma que todos ali pudessem ouvir. Eles encaram uma última vez a figura e seguem um a um para fora do cômodo.  Arthur foi a frente conferindo se não tinha nenhuma ameaça no caminho. Até finalmente chegarem ao quarto Cordel. O homem foi o primeiro a adentrar o cômodo e no mesmo instante sentiu uma barra metálica acertando suas costas. :- c*****o, que isso? :- Arthur? - Rodolfo pergunta com a muleta ainda em mãos. :- É... Ou não, porque minhas costas já era. - o homem responde ainda sentindo os músculos arderem. :- Foi m*l, pensei que fosse... - Rodolfo corta sua fala ao perceber que não sabia exatamente o que os ameaçava. :- Tudo bem. - Arthur afirma e avança pelo cômodo sendo seguido pelos outros. Pocah sentou na cama do meio acolhendo Vih e Thaís aos seu lado. Carla sentou na mesma cama a frente das três com Fiuk ao seu lado. Entre as duas cama ficou João e Camila sentados pelo chão enquanto Arthur, Rodolfo e Caio se mantinha de pé encarando a porta. :- Tem outra dessa? - Arthur pergunta apontando para a muleta na mão de Caio. O homem n**a. Os dois então olham ao redor em busca de algum objeto parecido que pudesse usar para se defender. Sarah ouve um barulho vindo de fora do quarto e fica em alerta. :- Gente, gente, shiiiiu. - Todos se calam. A mulher aponta para a porta e todos encaram o local. Uma sombra foi vista se movendo pela fresta em baixo da madeira. Cuidadosamente o trio de homens anda em direção a porta sem fazer barulhos e se apoiam sobre ela forçando-a para que não fosse aberta.  Por baixo da madeira era possível ver a sombra se movendo lentamente de um lado para o outro no corredor até que parou de frente para a porta do quarto Cordel. Os três homens engoliram seco e se entre olharam esperando o que viria a seguir.  Algo bateu de forma bruta na porta os assustando, eles logo apressaram em se posicionar fazendo mais força contra a madeira. Um rosnado alto foi escutado e eles se assustaram. Eles estavam na casa. Juliette tremia nos braços de Sarah. Seus braços rodearam a cintura da loira procurando refugio. Sarah apertou ainda mais seu braço ao seu entorno e apoiou sua cabeça sobre a da morena. Seu outro braço puxou Gil para perto, o homem também se abraçou a ela. Sarah também estava assustada, apavorada, mas se manteria forte por eles. Vitória tentava abafar o choro com as mãos quando Pocah pediu que ela não fizesse barulhos. Thaís mantinha a cabeça deitada no colo da morena querendo acreditar que logo tudo aquilo iria passar.  A porta novamente é forçada na tentativa de abri-la mas os homens fazem um bom trabalho bloqueando e a madeira não se mexe. Mais alguns minutos se passaram até toda a movimentação na casa acabar. Os brothers no quarto ainda se mantiveram quietos por algum tempo até Fiuk quebrar o silêncio. :- Parece que já foram... - o homem pronuncia encarando a f***a da porta. :- Afinal de contas QUEM são? - Carla pergunta encarando os colegas. Todos se olham e a questão é que ninguém tinham uma resposta para aquela pergunta. :- Bom - Rodolfo intervem - Seja o que for, é melhor a gente não sair até ter certeza que não estão mais por aqui. Bastião, traz a cama pra cá. - O homem indica o móvel. Caio mesmo com dificuldade o arrasta em direção a porta e Arthur o ajuda enquanto Rodolfo ainda segura a madeira. Eles posicionam a cama formando um bloqueio e se sentam sobre ela para garantir que nada passasse por ali.  Ao se certificarem que o silêncio voltou a rondar a casa, aos poucos eles iam se acalmando. Por fim decidiram se dividir nas camas e no chão para que pudessem descansar. :- Está mais calma? - a loira pergunta próximo ao ouvido da morena. Juliette apenas assente rapidamente, ela afasta o rosto para encarar Sarah mas ainda mantem seus braços envoltos em sua cintura.  :- Obrigada. - a morena sussurra encarando aquele olhar caramelos que a olhava. Sarah sorriu. :- Vem, deita aqui. - Sarah se ajeita dando espaço para que Juliette deite ao seu lado. A paraibana se deitou enquanto a loira fazia um carinho suave em seus cabelos. Sarah puxou a coberta até os ombros da amiga e esperou que ela adormecesse. :- E você - ela se vira para o Gilberto - Está mais calmo? - ela inicia um carinho em seu braço. :- Acho que sim. - o homem sorri para a amiga - Vou tentar fazer igual a Juh e descansar um pouco. - Ele encara a morena que já dormia com a respiração pesada e um semblante sereno.  Sarah segue seu olhar e admira a amiga dormindo e, inconscientemente, solta o ar de seus pulmões, o que não passou despercebido por Gilberto. - Vou deitar aqui. :- Pode deitar, vem.  A loira se ajeita na cama permanecendo sentada com as costas apoiada na parede do topo da cama. Ela abre espaço para que Gil deite sua cabeça sobre suas pernas. Não demorou muito para que também escutasse a respiração pesada do amigo. Sarah observou as duas pessoas mais importantes para ela ali, próximos e dormindo de forma serena enquanto ela, apesar do cansaço, se mantinha alerta.  Naquele cômodo, aos poucos alguns Brothers foram vencidos pelo cansaço. Outros, por mais que tentassem, não conseguiam dormir. Camila e João era um desses e, para descontrair, conversavam sobre assuntos aleatórios, como o que fariam se vencessem o programa. A cumplicidade dos dois era realmente algo lindo de se ver. Na porta, o trio se revezava para que um se mantivesse acordado atento a porta e movimentação na casa enquanto os outros descansavam.  E assim, por alguns horas eles descansaram antes que pudessem sair do quarto. Todos sabiam e sentiam que algo estava errado, só não estavam preparados para o que veriam ao sair.   ...   Na manhã seguinte, Arthur já estava desperto observando se acontecia alguma movimentação na casa quando Sarah decidiu levantar de sua cama, com toda a cautela para não acordar os amigos e se aproximou de onde o homem estava.  :- Já está de manhã? - a voz da loira corta o ar em direção a Arthur. :- Acho que sim.  Rodolfo não demorou muito para despertar, ele olhou Caio que dormia no canto próximo a parede e arrumou a perna lesionada do amigo em uma almofada. Por fim, o homem se levantou e aproximou dos colegas.  :- Ouviu algum barulho, alguma coisa? - ele pergunta agora se levantando e ajeitando suas roupas. :- Não, não ouvi nada durante a noite e todo esse tempo que estou acordado também não ouvi nada. Parece que seja lá o que for, não está mais aqui. - Arthur afirma se levantando também. :- Acha melhor dar uma olhada pela casa antes de todo mundo sair? - Sarah pergunta prendendo os cabelos loiros em um r**o de cavalo com um elástico que estava em seu punho. Arthur encara a mulher ainda pensativo, não tinha certeza se queria encarar o que tinha lá fora, mas a determinação no olhar de Sarah não lhe deu alternativa.  :- Vamos. O trio abriu a porta de forma cautelosa. Arthur foi o primeiro a colocar a cabeça para fora e vascular o local. Ao notar o corredor vazio saiu e fez sinal para que o casal o acompanhasse. Eles foram conferindo cada cômodo e logo na sala puderam observar uma casa desorganizada com vários objetos espalhados pelas mobílias e pelo caminho. Ao chegarem na cozinha, o cenário não era muito diferente. Vasilhas espalhadas, copos e pratos quebrados, comida derramada e as cadeiras espalhadas pelo lugar. Ao chegar no balcão, Sarah avistou uma das facas que usavam para cozinhar, a maior delas, e não pensou duas vezes antes de empunhá-la de forma firme. Arthur entrou no quarto colorido para sua conferência enquanto Rodolfo encarava a loira com uma feição curiosa. :- O que foi? - ela dá de ombros - Preciso estar prevenida caso esse negócio ai falhar - ela aponta para a muleta que Rodolfo carregava. - Esse aqui não falha. - Ela ergue a faca em sua mão.  No instante seguinte o homem encarou a muleta por breves segundos e na sequência pegou outra faca que estava em um dos suportes na pia - uma faca um pouco menor do que a que Sarah levava -  e a guardou na lateral do cano de sua bota. Arthur volta indicando que o quarto Colorido estava limpo. Os três caminham por toda a área aberta da piscina, cada canto foi varrido por seus olhares e nada, ninguém ou algo foi encontrado.  Eles decidem voltam para o quarto para avisar os colegas. Estavam aliviados por não terem nenhuma surpresa desagradável em sua inspeção. Rodolfo, Sarah e Arthur adentram a sala e logo caminham pelo corredor em direção ao quarto Cordel, porém antes que cheguem ao destino, Sarah puxa Rodolfo chamando sua atenção. A mulher aponta para a porta da dispensa e no mesmo instante ele percebe a madeira entre aberta. Eles se encaram e na troca de olhares decidem averiguar o que tinham atrás da porta. Rodolfo posiciona a muleta em suas mãos segurando-a de forma firme. Arthur observa os colegas tentando entender o que pretendiam e ao notar a porta entreaberta ele se põe alerta.  Sarah estava a frente de todos. Ela empurra a madeira de forma cautelosa com uma mão enquanto a outra segura firme a faca que estava pronta a espera de qualquer surpresa que pudesse aparecer. Rodolfo e Arthur estavam logo atrás.   A madeira se abrir. Nada. A dispensa estava vazia, sendo preenchida apenas pelos produtos de higiene espalhados por todo o chão. Eles encararam aquele cenário e ficaram surpresos, não com a bagunça que encontraram, mas sim pela porta interna da dispensa que estava aberta. Sarah se apressou em puxar completamente a madeira revelando um corredor escuro. A mulher não pensa duas vezes antes de adentrar o lugar. :- Sarah espera - Rodolfo adverte mas a loira não dá ouvidos obrigando o homem a seguir seus passos.  Ao atravessarem a porta, se deparam com um local vazio. O único sinal que escutavam era um chiar telefônico que parecia vir do final do corredor.  :- Parece que encontramos nossa passagem de volta para vida real. - ela encara os homem atrás dela com um sorriso sem humor. - Vamos acordar o pessoal. - ela estava voltando para a dispensa quando Rodolfo segurou em seu braço impedindo que continuasse. :- Sarah espera, você tem certeza? - ele solta seu braço e a olha, a preocupação era denunciada pelo vinco em sua testa. - Não sabemos o que tem lá. - o homem aponta o fim do corredor.  :- Por isso vamos descobrir. - ela responde simples. - Não podemos ficar aqui Rodolfo. - Ela o encara com a mesma intensidade. - Olha só o que aconteceu ontem a noite. :- Nisso ela tem razão - Arthur se pronuncia pela primeira vez dentro daquela corredor  atraindo os olhares do colega.  :- Nem sabemos exatamente o que aconteceu ontem. - Rodolfo retruca - Poderia ser alguma pegadinha da produção ou algo assim. :- Jura? - a loira pergunta ainda não acreditando nas falas do amigo, não entendia como ele não enxergava o óbvio - Então, se pensa assim por que não abriu a porta para conferir o que estava rosnando e arranhando as paredes ontem a noite?? - ela o encara persuasiva - E por que está segurando tão firme essa muleta e ainda guardou uma faca em sua bota? - seu olhar sobre o homem o engolia. Arthur encarou Rodolfo e desceu o olhar até sua bota onde avistou o cabo da faca escondida. Rodolfo não tinha uma resposta. A verdade era que ele não estava preparado para encarar seja o que fosse que estivesse la fora, mas não demonstraria sua fraqueza. :- Seja o que for que entrou aqui ontem, não queria só "brincar" com a gente. - a mulher conclui. - Mas se vocês quiserem podemos passar mais uma noite aqui e esperar a próxima visita. - o sorriso irônico corta seus lábios. :- Olha, não sei você - Arthur se manifesta de imediato dirigindo a palavra a Rodolfo -  Mas eu estou com ela.  Por fim o homem soltou o ar derrotado e voltaram para a dispensa. Os dois homem foram até a cozinha buscarem por mais facas para que pudesse sair da casa enquanto Sarah se encarregou de acordar os outros colegas. Ao chegar na entrada do quarto Cordel a loira abriu a porta dando de cara com Juliette fazendo com que ambas levassem um leve susto com a situação. :- Está acordada? - Sarah pergunta rápido ainda sentindo a adrenalina percorrendo suas veias. :- Não, tô sonâmbula. - Sarah fecha seu semblante de forma marrenta e a menor sorri - Você não estava na cama. Vim ver se estava tudo bem - Juliette afirma enquanto endireita seus óculos sobre o nariz e não consegue encarar a mulher por muito tempo desviando o olhar para o chão enquanto um leve rubor coloria suas bochechas.  Por mais que o quarto estivesse escuro, o feixe de luz que entrava pela porta iluminou o suficiente para que Sarah não deixasse aquilo passar despercebido.  No mesmo instante o semblante sério foi desfeito e um sorriso genuíno tomou seus lábios. Ela puxou de uma vez a morena para um abraço fazendo-a soltar uma risada gostosa.  :- Ai Sarará. - Ela diz ainda rindo - Tá bruta hoje. - ela sorri abraçando a cintura da loira e apoiando o queixo em seu peito para que possa encará-la. :- Está tudo bem Juh - a loira afirma olhando os olhos castanho e segurando firme a morena em seus braços - Vamos ter que sair daqui. - a ultima frase faz Juliette a encarar duvidosa e preocupada.   :- Mas... :- Eu vou explicar mas primeiro preciso acordar todos, ta bem? - a morena apenas concordou. - Você me ajuda? - Juliette concorda novamente. Sarah deixa um beijo no topo de sua testa antes de soltá-la e irem em direção aos outros colegas.      
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