Pitbull Depois que deixei a Karine no apartamento dela, liguei a moto e retornei pro morro – subi o morro acelerando, sem nem olhar pra trás. Eu tava com a cabeça latejando. Quem essa p***a da Lívia achava que era? Entrar na minha casa, encostar na Karine! Não, isso não ia passar em branco. Subi a favela na minha moto pronto pra já cometer uma loucura. Cheguei no beco do galpão, os moleques abriram caminho, a porta de ferro rangeu quando empurrei. Lívia tava lá, sentada no chão, os braços amarrados pra trás, a cara toda riscada pelas unhas da Karine. Quando me viu, começou a chorar e balançar a cabeça. Lívia: Pitbull... pelo amor de Deus... não faz nada comigo não... eu juro que não foi por mal... Parei bem na frente dela, cruzei os braços e encarei de cima. Pitbull: Cala essa p***a

